Provérbios 7:11
Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
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12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
13A mulher louca é causadora de tumultos; [ela é] tola, e não sabe coisa alguma.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
26Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela [foram] muitos.
27A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
21Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu.
22Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões.
4Porém seu fim é mais amargo que o absinto; é afiado como a espada de dois fios.
5Os pés dela descem à morte; seus passos pegam o mundo dos mortos.
6Para que não ponderes a vereda da vida, os percursos delas são errantes, e tu não os conhecerás.
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
17Que abandona o guia de sua juventude, e se esquece do pacto de seu Deus.
18Porque sua casa se inclina para a morte, e seus caminhos para os mortos.
9É melhor morar num canto do terraço do que numa casa espaçosa com uma mulher briguenta.
20A sabedoria grita pelas ruas; nas praças ela levanta sua voz.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
2Ela sacrificou seu sacrifício, misturou seu vinho, e preparou sua mesa.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
4Qualquer um que for ingênuo, venha aqui.Aos que têm falta de entendimento, ela diz:
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
2Ela não ouve a voz, nem aceita o castigo; não confia no SENHOR, não se achega a seu Deus.
27Porque a prostituta é [como] uma cova profunda, e a estranha [como] um poço estreito.
28Também ela fica espreitando como um ladrão, e acrescenta transgressores entre os homens.
15A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;
26Ela abre sua boca com sabedoria; e o ensinamento bondoso está em sua língua.
27Ela presta atenção aos rumos de sua casa, e não come pão da preguiça.
24É melhor morar num canto do terraço do que com uma mulher briguenta numa casa espaçosa.
32[Mas foste] como uma mulher adúltera, que em lugar de seu marido recebe a estranhos.
26E eu encontrei uma coisa mais amarga que a morte: a mulher cujo coração são redes e armadilhas, e suas mãos são amarras; quem for bom perante Deus escapará dela; mas o pecador ficará preso nela.
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
1Toda mulher sábia edifica sua casa; porém a tola a derruba com suas mãos.
20Assim é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca, e diz: Não fiz mal algum.
19É melhor morar em terra deserta do que com uma mulher briguenta e que se irrita facilmente.
22A mulher bela mas sem discrição é como uma joia no focinho de uma porca.
17Seus caminhos são caminhos agradáveis; e todas as suas veredas são paz.
14A boca da mulher pervertida é uma cova profunda; aquele contra quem o SENHOR se irar cairá nela.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
15Que [direito] tem minha amada em minha casa, visto que muitos têm feito tão grandes abominações? Podem carnes “santificadas” te livrar, de modo que te alegras com tua maldade?
7Tal como a fonte jorra suas águas, assim também ela constantemente jorra sua malícia; violência e destruição se ouve nela; continuamente há enfermidade e feridas perante mim.
31Dai a ela conforme o fruto de suas mãos, e que suas obras a louvem às portas [da cidade] .
11Coisas destrutivas [estão] dentro dela; e a falsidade e o engano não sai de suas praças.
17Ela prepara seus lombos com vigor, e fortalece seus braços.