Provérbios 7:8
Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
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5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;
9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
18Vem [comigo] ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores.
19Porque [meu] marido não está em casa; ele viajou para longe.
20Ele tomou uma bolsa de dinheiro em sua mão; [e só] volta para casa no dia determinado.
21Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu.
22Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
26Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela [foram] muitos.
27A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte.
14E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
16Qualquer um que for ingênuo, venha aqui! E aos que tem falta de entendimento, ela diz:
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
4Qualquer um que for ingênuo, venha aqui.Aos que têm falta de entendimento, ela diz:
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
17Que abandona o guia de sua juventude, e se esquece do pacto de seu Deus.
18Porque sua casa se inclina para a morte, e seus caminhos para os mortos.
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
2Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
3Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram. [Eu lhes perguntei] : Vistes a quem minha alma ama?
4Pouco [depois] de me afastar deles, logo achei a quem minha alma ama. Eu o segurei, e não o deixei ir embora, até eu ter lhe trazido à casa de minha mãe, ao cômodo daquela que me gerou.
11Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
15Rejeita-o! Não passes por ele; desvia-te dele, e passa longe.
8[Ele] : Se tu, a mais bela entre as mulheres, não sabes, sai pelos rastros das ovelhas, e apascenta tuas cabras junto às tendas dos pastores.
6Para que não ponderes a vereda da vida, os percursos delas são errantes, e tu não os conhecerás.
17Seus caminhos são caminhos agradáveis; e todas as suas veredas são paz.
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
21Pois os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR; e ele pondera todos os seus percursos.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
20- Para andares no caminho dos bons, e te guardares nas veredas dos justos.
7Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram [e] me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.
25Decidi em meu coração conhecer, investigar e buscar a sabedoria e a razão; e saber o mal que há na tolice e na loucura das maluquices.
26E eu encontrei uma coisa mais amarga que a morte: a mulher cujo coração são redes e armadilhas, e suas mãos são amarras; quem for bom perante Deus escapará dela; mas o pecador ficará preso nela.
26E já que amanhecia, a mulher veio, e caiu diante da porta da casa daquele homem onde seu senhor estava, até que foi de dia.
27E levantando-se de manhã seu senhor, abriu as portas da casa, e saiu para ir seu caminho, e eis que, a mulher sua concubina estava estendida diante da porta da casa, com as mãos sobre o umbral.
19O caminho da águia no céu, o caminho da serpente na rocha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma moça.
34Bem-aventurado [é] o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
27Porque ele a achou no campo: gritou a moça desposada, e não houve quem a protegesse.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.