Provérbios 9:14
E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
E se senta à porta de sua casa, sobre uma cadeira, nos lugares altos da cidade;
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13A mulher louca é causadora de tumultos; [ela é] tola, e não sabe coisa alguma.
1A verdadeira sabedoria edificou sua casa; ela lavrou suas sete colunas.
2Ela sacrificou seu sacrifício, misturou seu vinho, e preparou sua mesa.
3Mandou suas servas, [e] está convidando desde os pontos mais altos da cidade, dizendo:
4Qualquer um que for ingênuo, venha aqui.Aos que têm falta de entendimento, ela diz:
1Por acaso a sabedoria não clama, e a inteligência não solta sua voz?
2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
15Para chamar aos que passam pelo caminho, e passam por suas veredas, [dizendo] :
16Qualquer um que for ingênuo, venha aqui! E aos que tem falta de entendimento, ela diz:
20A sabedoria grita pelas ruas; nas praças ela levanta sua voz.
21Ela clama nas encruzilhadas, onde [passam] muita gente; às entradas das portas, nas cidades ela diz suas mensagens:
10E eis que uma mulher lhe [saiu] ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.
11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
12De tempos em tempos ela fica fora [de casa] , nas ruas, espreitando em todos os cantos.
13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:
1Toda mulher sábia edifica sua casa; porém a tola a derruba com suas mãos.
9É melhor morar num canto do terraço do que numa casa espaçosa com uma mulher briguenta.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;
31Dai a ela conforme o fruto de suas mãos, e que suas obras a louvem às portas [da cidade] .
22Ela faz cobertas para sua cama; de linho fino e de púrpura é o seu vestido.
23Seu marido é famoso às portas [da cidade] , quando ele se senta com os anciãos da terra.
24É melhor morar num canto do terraço do que com uma mulher briguenta numa casa espaçosa.
27Ela presta atenção aos rumos de sua casa, e não come pão da preguiça.
18Porque sua casa se inclina para a morte, e seus caminhos para os mortos.
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
26Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela [foram] muitos.
27A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte.
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
34Bem-aventurado [é] o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.
28Nas penhas ela mora e habita; no cume das penhas, e em lugares seguros.
17Seus caminhos são caminhos agradáveis; e todas as suas veredas são paz.
8Exalta-a, e ela te exaltará; quando tu a abraçares, ela te honrará.
9Ela dará a tua cabeça um ornamento gracioso; ela te entregará uma bela coroa.
14A casa e as riquezas são a herança dos pais; porém a mulher prudente [vem] do SENHOR.
6Para que não ponderes a vereda da vida, os percursos delas são errantes, e tu não os conhecerás.
27Porque a prostituta é [como] uma cova profunda, e a estranha [como] um poço estreito.
28Também ela fica espreitando como um ladrão, e acrescenta transgressores entre os homens.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
14A boca da mulher pervertida é uma cova profunda; aquele contra quem o SENHOR se irar cairá nela.
7A sabedoria é alta demais para o tolo; na porta [do julgamento] ele não abre sua boca.
31Edificando tu tuas câmaras ao canto de cada caminho, e fazendo teus altares em cada rua; e nem sequer foste como a prostituta, [pois] desprezaste o pagamento,
19Ela estende suas mãos ao rolo de linha, e com suas mãos prepara os fios.
22Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões.
18Porém quando se levanta para correr, zomba do cavalo e do seu cavaleiro.
14Ela é como um navio mercante; de longe traz a sua comida.
22A mulher bela mas sem discrição é como uma joia no focinho de uma porca.