Jó 31:21
Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
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22Que minha escápula caia do meu ombro, e meu braço se quebre de sua articulação.
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
18(Porque desde a minha juventude cresceu comigo como [se eu fosse seu pai] , e desde o ventre de minha mãe guiei [a viúva] );
19Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
20Se sua cintura não me bendisse, quando ele se esquentava com as peles de meus cordeiros;
11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
12Porque eu livrava ao pobre que clamava, e ao órfão que não tinha quem o ajudasse.
13A bênção do que estava a ponto de morrer vinha sobre mim; e eu fazia o coração da viúva ter grande alegria.
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
14Tu estás [o] vendo; porque tu olhas para o trabalho e o cansaço, para o entregar em tuas mãos; em ti o pobre põe confiança; tu és o que ajuda ao órfão.
25Se eu me alegrei de que minha riqueza era muita, e de que minha mão havia obtido muito;
26Se olhei para o sol quando brilhava, e à lua quando estava bela,
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
28Isto também seria um delito [a ser sentenciado por] juiz; porque teria negado ao Deus de cima.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
16Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
38Se minha terra clamar contra mim, e seus sulcos juntamente chorarem;
39Se comi seus frutos sem [pagar] dinheiro, ou fiz expirar a alma de seus donos;
25Por acaso eu não chorei pelo que estava em dificuldade, [e] minha alma não se angustiou pelo necessitado?
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
15Se eu tivesse dito [isto] , eu falaria desse jeito; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
7Desprezaram ao pai e à mãe em ti; trataram ao estrangeiro com opressão no meio de ti; oprimiram ao órfão e à viúva em ti.
13Se desprezei o direito de meu servo ou de minha serva quando eles reclamaram comigo,
14Que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele investigasse [a causa] , o que eu lhe responderia?
10Não mudes os limites antigos, nem ultrapasses as propriedades dos órfãos;
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
4Seus filhos estarão longe da salvação; na porta são despedaçados, e não há quem os livre.
2De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
9Se foi meu coração se deixou seduzir por [alguma] mulher, ou se estive espreitei à porta de meu próximo,
29E se tomardes também este de diante de mim, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer minhas cãs com dor ao mundo dos mortos.
12Julgue o SENHOR entre mim e ti, e vingue-me de ti o SENHOR: porém minha mão não será contra ti.
13Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios sairá a impiedade: assim que minha mão não será contra ti.
11Deixa teus órfãos, eu os criarei; e em mim confiarão tuas viúvas.
27De fato vós lançaríeis [sortes] sobre o órfão, e venderíeis vosso amigo.
10Porque meu pai e minha mãe me abandonaram, mas o SENHOR me recolherá.
12À direita os jovens se levantam; empurram meus pés, e preparam contra mim seus caminhos de destruição.
13Destroem meu caminho, e promovem minha miséria, sem necessitarem que alguém os ajude.
22Não roubes ao pobre, porque ele é pobre; nem oprimas ao aflito junto à porta do julgamento.
23Que se tu chegas a afligir-lhe, e ele a mim clamar, certamente ouvirei eu seu clamor;
21Bendito [seja] o SENHOR, pois ele fez maravilhosa sua bondade para comigo, [como] uma cidade segura.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
41Se afiar minha reluzente espada, E minha mão arrebatar o juízo, Eu voltarei a vingança a meus inimigos, E darei o pagamento aos que me aborrecem.
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.
5Se eu andei com falsidade, e se meu pé se apressou para o engano,
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
39Nunca te trouxe o arrebatado pelas feras; eu pagava o dano; o furtado tanto de dia como de noite, de minha mão o exigias.