Jó 29:16
Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
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11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
12Porque eu livrava ao pobre que clamava, e ao órfão que não tinha quem o ajudasse.
13A bênção do que estava a ponto de morrer vinha sobre mim; e eu fazia o coração da viúva ter grande alegria.
14Vestia-me de justiça, e ela me envolvia; e meu juízo era como um manto e um turbante.
15Eu era olhos para o cego, e pés para o manco.
17E quebrava os queixos do perverso, e de seus dentes tirava a presa.
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
25Por acaso eu não chorei pelo que estava em dificuldade, [e] minha alma não se angustiou pelo necessitado?
26Quando eu esperava o bem, então veio o mal; quando eu esperava a luz, veio a escuridão.
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
18(Porque desde a minha juventude cresceu comigo como [se eu fosse seu pai] , e desde o ventre de minha mãe guiei [a viúva] );
19Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
8Abre tua boca no lugar do mudo pela causa judicial de todos os que estão morrendo.
9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
7O justo considera a causa judicial dos pobres; [mas] o perverso não entende [este] conhecimento.
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.
4Livrai ao pobre e necessitado, resgatai [-o] das mãos dos perversos.
3Porque eu era filho do meu pai; tenro, e único perante a face de minha mãe.
14Tu estás [o] vendo; porque tu olhas para o trabalho e o cansaço, para o entregar em tuas mãos; em ti o pobre põe confiança; tu és o que ajuda ao órfão.
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
16Ou [por que] não fui como um aborto oculto, como as crianças que nunca viram a luz?
12Eu sei que o SENHOR cumprirá a causa do aflito, o direito dos necessitados.
13O pobre e o enganador se encontram: o SENHOR ilumina aos olhos de ambos.
14O rei que julga aos pobres por meio da verdade, seu trono se firmará para sempre.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
22Porque estou aflito e necessitado; e meu coração está ferido dentro de mim.
3[Tu dizes] : Quem é esse que obscurece o conselho sem conhecimento? Por isso eu falei do que não entendia; coisas que eram maravilhosas demais para mim, e eu não as conhecia.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
15Ele livra o aflito de sua aflição, e na opressão ele revela a seus ouvidos.
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
25Decidi em meu coração conhecer, investigar e buscar a sabedoria e a razão; e saber o mal que há na tolice e na loucura das maluquices.
35Pois tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; fui forasteiro, e me acolhestes;
17Aprendei a fazer o bem; procurai o que é justo; ajudai ao oprimido; fazei justiça ao órfão; defendei a causa da viúva.
11O homem rico é sábio aos seus [próprios] olhos; mas o pobre prudente o examina.
16Então eu disse: Melhor é a sabedoria do que a força; ainda que a sabedoria do pobre tenha sido desprezada, e suas palavras não tenham sido ouvidas.
1Bem-aventurado aquele que dá atenção ao miserável; o SENHOR o livrará no dia do mal.
16Quando tentei entender, isto me pareceu trabalhoso.
8Porém eu buscaria a Deus, e a ele confiaria minha causa;
17Pois não estou destruído por causa das trevas, nem por causa da escuridão que encobriu meu rosto.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
16Porque ele não se lembrou de fazer o bem; ao invés disso, perseguiu ao homem humilde e necessitado, e ao de coração quebrado, para [o] matar.
16Aquele que oprime ao pobre para proveito próprio e aquele que dá [suborno] ao rico certamente empobrecerão.
14E eu estou como um homem que não ouve, e cuja boca não [pode responder] com repreensões.
27De fato vós lançaríeis [sortes] sobre o órfão, e venderíeis vosso amigo.
39Nunca te trouxe o arrebatado pelas feras; eu pagava o dano; o furtado tanto de dia como de noite, de minha mão o exigias.