Provérbios 31:8
Abre tua boca no lugar do mudo pela causa judicial de todos os que estão morrendo.
Abre tua boca no lugar do mudo pela causa judicial de todos os que estão morrendo.
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9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
15Ele livra o aflito de sua aflição, e na opressão ele revela a seus ouvidos.
15Porém livra ao necessitado da espada de suas bocas, e da mão do violento.
16Pois ele é esperança para o necessitado, e a injustiça tapa sua boca.
13Quem tapa seu ouvido ao clamor do pobre, ele também clamará, mas não será ouvido.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
9Eu estou calado, não abrirei a minha boca, porque tu fizeste [assim] .
13Mas eu [estou] como o surdo, não ouço; e como o mudo, [que] não abre sua boca.
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.
4Livrai ao pobre e necessitado, resgatai [-o] das mãos dos perversos.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
6Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.
22Não roubes ao pobre, porque ele é pobre; nem oprimas ao aflito junto à porta do julgamento.
23Porque o SENHOR defenderá a causa deles em juízo, e quanto aos que os roubam, ele lhes roubará a alma.
4Ouvi isto, vós que tragais os necessitados, e arruinais os pobres da terra,
27Naquele dia tua boca se abrirá para falar com o escapado, e falarás, e não ficarás mais calado; e tu lhes serás por sinal, e saberão que eu sou o SENHOR.
7O justo considera a causa judicial dos pobres; [mas] o perverso não entende [este] conhecimento.
11Livra os que estão tomados para a morte, os que estão sendo levados para serem mortos;
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
12Eu sei que o SENHOR cumprirá a causa do aflito, o direito dos necessitados.
28Assim fizeram com que viesse a ele o clamor do pobre, e ele ouvisse o clamor dos aflitos.
21Os que acusam aos homens por meio de palavras, e armam ciladas contra quem [os] repreende na porta [da cidade] , e os que prejudicam ao justo.
5Para não acontecer de que bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
30A boca do justo fala de sabedoria, e sua língua fala do [bom] juízo.
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
12Porque eu livrava ao pobre que clamava, e ao órfão que não tinha quem o ajudasse.
20Para ouvir o gemido dos prisioneiros; para soltar aos sentenciados à morte.
2Eis que já abri minha boca; minha língua já fala debaixo do meu céu da boca.
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
7Para que bebam, e se esqueçam de sua pobreza, e não se lembrem mais de sua miséria.
5O SENHOR diz: Pela opressão aos humildes, pelo gemido dos necessitados, eu agora me levantarei; porei em segurança àquele a quem ele sopra [desejando oprimir] .
15Abre, Senhor, os meus lábios, e minha boca anunciará louvor a ti.
11Porque o Defensor deles é poderoso; ele disputará a causa deles contra ti.
5Mas na verdade, queria eu que Deus falasse, e abrisse seus lábios contra ti,
5Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão.
18Para fazer justiça ao órfão e ao afligido; para que o homem não mais continue a praticar o terror.
11Chegue diante de ti o gemido dos prisioneiros; conforme o teu grande poder, salva a vida dos sentenciados à morte.
16Por isso Jó abriu sua boca em vão, e multiplicou palavras sem conhecimento.
3Quem toma cuidado com sua boca preserva sua alma; mas aquele que abre muito seus lábios será arruinado.
2Porque a boca do perverso, e a boca enganadora já se abriram contra mim; falaram de mim com língua falsa.
11Porque não faltarão necessitados do meio da terra; por isso eu te mando, dizendo: Abrirás tua mão a teu irmão, a teu pobre, e a teu necessitado em tua terra.
4E o coração dos imprudentes entenderá o conhecimento, e a língua dos gagos estará pronta para falar com clareza.
7Os instrumentos do avarento são maléficos; ele trama planos malignos para destruir aos aflitos com palavras falsas, mesmo quando o pobre fala com justiça.
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
7Ele foi oprimido e afligido, porém não abriu sua boca; tal como cordeiro ele foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante seus tosquiadores, assim ele não abriu sua boca.
31Porque ele se põe à direita do necessitado, para [o] livrar daqueles que atacam a sua alma.
8Mas abrirás a ele tua mão generosamente, e com efeito lhe emprestarás o que basta, o que houver necessidade.
1Bem-aventurado aquele que dá atenção ao miserável; o SENHOR o livrará no dia do mal.
10Nos lábios do rei estão palavras sublimes; sua boca não transgride quando julga.