Êxodo 23:6
Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
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1Não admitirás falso rumor. Não serás cúmplice com o ímpio para ser falsa testemunha.
2Não seguirás aos muitos para mal fazer; nem responderás em litigio inclinando-te à maioria para fazer injustiças;
3nem ao pobre privilegiarás em sua causa.
15Não farás injustiça no juízo: não favorecerás deslealmente ao pobre, nem honrarás a face do poderoso: com justiça julgarás a teu próximo.
17Não distorcerás o direito do peregrino e do órfão; nem tomarás por penhor a roupa da viúva:
18Juízes e oficiais te porás em todas tuas cidades que o SENHOR teu Deus te dará em tuas tribos, os quais julgarão ao povo com justo juízo.
19Não distorças o direito; não faças acepção de pessoas, nem tomes suborno; porque o suborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos.
20A justiça, a justiça seguirás, para que vivas e herdes a terra que o SENHOR teu Deus te dá.
22Não roubes ao pobre, porque ele é pobre; nem oprimas ao aflito junto à porta do julgamento.
23Porque o SENHOR defenderá a causa deles em juízo, e quanto aos que os roubam, ele lhes roubará a alma.
9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
14Não faças injustiça ao empregado pobre e necessitado, tanto de teus irmãos como de teus estrangeiros que estão em tua terra em tuas cidades:
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.
4Livrai ao pobre e necessitado, resgatai [-o] das mãos dos perversos.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
25Se deres a meu povo dinheiro emprestado, ao pobre que está contigo, não te portarás com ele como agiota, nem lhe imporás juros.
7De palavra de mentira te afastarás, e não matarás ao inocente e justo; porque eu não justificarei ao ímpio.
8Não receberás suborno; porque o suborno cega aos que veem, e perverte as palavras justas.
17Não tenhais acepção de pessoas no juízo: tanto ao pequeno como ao grande ouvireis: não tereis temor de ninguém, porque o juízo é de Deus: e a causa que vos for difícil, a trareis a mim, e eu a ouvirei.
19Maldito o que distorcer o direito do estrangeiro, do órfão, e da viúva. E dirá todo o povo: Amém.
5Se vires o asno do que te aborrece caído debaixo de sua carga, lhe deixarás então desamparado? Sem falta ajudarás com ele a levantá-lo.
35Não façais crime em juízo, em medida da terra, nem em peso, nem em outra medida.
10Não oprimais à viúva, nem ao órfão, nem ao estrangeiro, nem ao pobre; e ninguém planeje o mal em seu coração contra seu irmão.
2Ele julgará a teu povo com justiça, e a teus aflitos com juízo.
6Mas vós desonrastes o pobre. Por acaso os ricos não vos oprimem, e vos arrastam para os tribunais?
7O justo considera a causa judicial dos pobres; [mas] o perverso não entende [este] conhecimento.
5Não é bom favorecer ao perverso para prejudicar ao justo num julgamento.
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
6E não oprimirdes ao estrangeiro que peregrina entre vós, ao órfão, e à viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem seguirdes deuses estrangeiros para vosso mal;
16Aquele que oprime ao pobre para proveito próprio e aquele que dá [suborno] ao rico certamente empobrecerão.
22A nenhuma viúva nem órfão afligireis.
12E se for homem pobre, não durmas com seu penhor:
10E não coletarás os restos de tua vinha, nem recolherás as uvas caídas de tua vinha; para o pobre e para o estrangeiro os deixarás: Eu sou o SENHOR vosso Deus.
6E disse aos juízes: Olhai o que fazeis: porque não julgueis em lugar de homem, mas sim em lugar do SENHOR, o qual está convosco no negócio do juízo.
31Quem oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas aquele que mostra compaixão ao necessitado o honra.
11Portanto, visto que pisoteais ao pobre e tomais dele um carga de trigo; assim edificastes casas de pedras lavradas, mas não habitareis nelas; plantastes belas vinhas, mas não bebereis o vinho delas.
6Ele não permite o perverso viver, e faz justiça aos aflitos.
14E quando venderdes algo a vosso próximo, ou comprardes da mão de vosso próximo, não engane ninguém a seu irmão:
23Estes [provérbios] também são para os sábios: fazer acepção de pessoas num julgamento não é bom.
1Quando houver pleito entre alguns, e vierem a juízo, e os julgarem, e absolverem ao justo e condenarem ao iníquo,
3Assim diz o SENHOR: Fazei juízo e justiça, e livrai a vítima de roubo da mão do opressor, e não oprimais, nem façais violência contra o estrangeiro, o órfão, ou à viúva, nem derrameis sangue inocente neste lugar.
7Quando houver em ti necessitado de algum de teus irmãos em alguma de tuas cidades, em tua terra que o SENHOR teu Deus te dá, não endurecerás teu coração, nem fecharás tua mão a teu irmão pobre:
4Não verás o asno de teu irmão, ou seu boi, caídos no caminho, e te esconderás deles: com ele hás de procurar levantá-los.
9Guarda-te que não haja em teu coração perverso pensamento, dizendo: Próximo está o ano sétimo, o da remissão; e tua olho seja maligno sobre teu irmão necessitado para não dar-lhe: que ele poderá clamar contra ti ao SENHOR, e se te imputará a pecado.
11Porque não faltarão necessitados do meio da terra; por isso eu te mando, dizendo: Abrirás tua mão a teu irmão, a teu pobre, e a teu necessitado em tua terra.
8Se tu vires em algum território a opressão dos pobres, e a violência contra o direito e a justiça, não te maravilhes de tal caso; porque aquele que tem maior autoridade supervisiona as outras autoridades menores; e há [outros] ainda de maior autoridade que eles.
17E não engane ninguém a seu próximo; mas terás temor de teu Deus: porque eu sou o SENHOR vosso Deus.
14O SENHOR vem a juízo contra os anciãos de seu povo, e [contra] seus líderes: Pois vós consumistes a vinha, o despojo do pobre está em vossas casas.
3O homem pobre que oprime aos necessitados é [como] uma chuva devastadora [que causa] falta de pão.