Êxodo 23:5
Se vires o asno do que te aborrece caído debaixo de sua carga, lhe deixarás então desamparado? Sem falta ajudarás com ele a levantá-lo.
Se vires o asno do que te aborrece caído debaixo de sua carga, lhe deixarás então desamparado? Sem falta ajudarás com ele a levantá-lo.
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3nem ao pobre privilegiarás em sua causa.
4Se encontrares o boi de teu inimigo ou seu asno extraviado, traze-o de volta.
1Não verás o boi de teu irmão, ou seu cordeiro, perdidos, e te retirarás deles: precisamente os devolverás a teu irmão.
2E se teu irmão não for teu vizinho, ou não lhe conheceres, os recolherás em tua casa, e estarão contigo até que teu irmão os busque, e os devolverás a ele.
3E assim farás de seu asno, assim farás também de sua roupa, e o mesmo farás com toda coisa perdida de teu irmão que se lhe perder, e tu a achares: não poderás te omitir quanto a isso.
4Não verás o asno de teu irmão, ou seu boi, caídos no caminho, e te esconderás deles: com ele hás de procurar levantá-los.
9Sobre todo negócio de fraude, sobre boi, sobre asno, sobre ovelha, sobre roupa, sobre toda coisa perdida, quando um disser: Isto é meu, a causa de ambos virá diante dos juízes; e o que os juízes condenarem, pagará o dobro a seu próximo.
10Se alguém houver dado a seu próximo asno, ou boi, ou ovelha, ou qualquer outro animal a guardar, e se morrer ou se for aleijado, ou for levado sem vê-lo ninguém;
11Juramento do SENHOR terá lugar entre ambos de que não lançou sua mão à riqueza de seu próximo: e seu dono o aceitará, e o outro não pagará.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
10Não ararás com boi e com asno juntamente.
32E o anjo do SENHOR lhe disse: Por que feriste tua jumenta estas três vezes? eis que eu saí para me opor a ti, porque teu caminho é perverso diante de mim:
33A jumenta me viu, e afastou-se logo de diante de mim estas três vezes: e se de mim não se houvesse afastado, eu também agora mataria a ti, e a ela deixaria viva.
11Mas no sétimo a deixarás vazia e liberarás, para que comam os pobres de teu povo; e do que restar comerão os animais do campo; assim farás de tua vinha e de teu olival.
12Seis dias farás teus negócios, e ao sétimo dia folgarás, a fim que descanse teu boi e teu asno, e tome refrigério o filho de tua serva, e o estrangeiro.
31Teu boi será matado diante de teus olhos, e tu não comerás dele; teu asno será arrebatado de diante de ti, e não se te voltará; tuas ovelhas serão dadas a teus inimigos, e não terás quem te as resgate.
21Se aquele que te odeia tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
22Porque [assim] amontoarás brasas sobre a cabeça dele, e o SENHOR te recompensará.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
23E a jumenta viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho com sua espada exposta em sua mão; então a jumenta desviou-se do caminho, e foi pelo campo. Em seguida, Balaão espancou a jumenta para fazê-la voltar ao caminho.
4Não porás mordaça ao boi quando trilhar.
10Vós os que cavalgais em asnas brancas, Os que presidis em juízo, E vós os que viajais, falai.
27E vendo a jumenta ao anjo do SENHOR, lançou-se debaixo de Balaão: e irou-se Balaão, e feriu à jumenta com um bordão.
42Dá a quem te pedir; e não te desvies de quem quiser de ti tomar emprestado.
43Ouvistes o que foi dito: “Amarás teu próximo”, e “odiarás teu inimigo”.
33E se alguém abrir fosso, ou cavar cisterna, e não a cobrir, e cair ali boi ou asno,
25Se deres a meu povo dinheiro emprestado, ao pobre que está contigo, não te portarás com ele como agiota, nem lhe imporás juros.
35E quando teu irmão empobrecer, e se refugiar a ti, tu o ampararás: como peregrino e estrangeiro viverá contigo.
27E falou a seus filhos, e disse-lhes: Preparai-me um asno. E eles se o prepararam.
25E quando a jumenta viu o anjo do SENHOR, apegou-se à parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão: e ele voltou a espancá-la.
9Guarda-te que não haja em teu coração perverso pensamento, dizendo: Próximo está o ano sétimo, o da remissão; e tua olho seja maligno sobre teu irmão necessitado para não dar-lhe: que ele poderá clamar contra ti ao SENHOR, e se te imputará a pecado.
10Sem falta lhe darás, e não seja teu coração maligno quando lhe deres: que por ele te abençoará o SENHOR teu Deus em todos os teus feitos, e em tudo o que puseres mão.
5E ele, respondendo-lhes, disse: De qual que vós cairá o jumento, ou o boi em algum poço que, [mesmo] no sábado, não o tire logo?
17Não aborrecerás a teu irmão em teu coração: francamente repreenderás a teu próximo, e não consentirás sobre ele pecado.
30E a jumenta disse a Balaão: Não sou eu tua jumenta? Sobre mim montaste desde que tu me tens até hoje; costumei a fazê-lo assim contigo? E ele respondeu: Não.
30Não brigues contra alguém sem motivo, se ele não fez mal contra ti.
20Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber. Pois, quando fizeres isto, estarás amontoando brasas de fogo sobre a cabeça dele.
14Não faças injustiça ao empregado pobre e necessitado, tanto de teus irmãos como de teus estrangeiros que estão em tua terra em tuas cidades:
17Quando teu inimigo cair, não te alegres; nem teu coração fique contente quando ele tropeçar,
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
14E quando venderdes algo a vosso próximo, ou comprardes da mão de vosso próximo, não engane ninguém a seu irmão:
27Não detenhas o bem daqueles que possuem [o direito de recebê-l] o, se tiveres em tuas mãos poder para o fazeres.
28Não digas a teu próximo: Vai, e volta [depois] , que amanhã te darei; Se tu tiveres contigo [o que ele te pede] .
11Livra os que estão tomados para a morte, os que estão sendo levados para serem mortos;
14Tu estás [o] vendo; porque tu olhas para o trabalho e o cansaço, para o entregar em tuas mãos; em ti o pobre põe confiança; tu és o que ajuda ao órfão.
6Revelação sobre os animais selvagens do deserto de Negueve: Por entre uma terra da aflição e da angústia, de onde [vem] o leão forte, o leão velho, a cobra e a serpente voadora, eles levam seus bens nas costas de jumentos, e seus tesouros sobre corcovas de camelos, a um povo que em nada [lhes] será útil.
7Quando houver em ti necessitado de algum de teus irmãos em alguma de tuas cidades, em tua terra que o SENHOR teu Deus te dá, não endurecerás teu coração, nem fecharás tua mão a teu irmão pobre:
10O justo dá atenção à vida de seus animais; mas [até] as misericórdias dos perversos são cruéis.
20Bem-aventurados sois vós, os que semeais sobre todas as águas; [e] deixais livres os pés do boi e do jumento.
36Mas se era notório que o boi era chifrador desde o passado, e seu dono não o houver guardado, pagará boi por boi, e o morto será seu.