Deuteronômio 25:4
Não porás mordaça ao boi quando trilhar.
Não porás mordaça ao boi quando trilhar.
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8Digo eu isto segundo a lógica humana? Ou não diz a Lei também o mesmo?
9Porque na Lei de Moisés está escrito: ao boi que trilha não atarás a boca. Por acaso Deus tem preocupação com os bois?
10Ou totalmente diz por nós? Porque por nós isto está escrito; porque o que lavra, com esperança deve lavrar; e o que trilha com esperança, de sua esperança [deve] ser participante.
18Porque a Escritura diz: Ao boi que estiver debulhando, não amarrarás a boca;e: Digno é o trabalhador de seu salário.
10Não ararás com boi e com asno juntamente.
27Porque o endro não é debulhado com uma marreta pesada, nem sobre o cominho se passa por cima com uma roda de carroça; em vez disso, com uma vara se separa os grãos de endro, e com um pau os de cominho.
28O trigo é triturado, mas não é batido para sempre; ainda que seja esmagado com as rodas de sua carroça, ele não é triturado com seus cavalos.
35E se o boi de alguém ferir ao boi de seu próximo, e este morrer, então venderão o boi vivo, e partirão o dinheiro dele, e também partirão o morto.
36Mas se era notório que o boi era chifrador desde o passado, e seu dono não o houver guardado, pagará boi por boi, e o morto será seu.
24Os bois e os jumentos que lavram a terra comerão forragem de boa qualidade, limpa com a pá e o forcado.
24Quando entrares na vinha de teu próximo, comerás uvas até saciar teu desejo: mas não porás em teu vaso.
25Quando entrares na plantação de teu próximo, poderás cortar espigas com tua mão; mas não aplicarás foice à plantação de teu próximo.
3Fará lhe dar quarenta açoites, não mais: não seja que, se o ferir com muitos açoites a mais destes, se humilhe teu irmão diante de teus olhos.
4Não havendo bois, o celeiro fica limpo; mas pela força do boi há uma colheita abundante.
28Se um boi chifrar homem ou mulher, e de resultado morrer, o boi será apedrejado, e não se comerá sua carne; mas o dono do boi será absolvido.
29Porém se o boi era chifrador desde o passado, e a seu dono lhe foi feito advertência, e não o houver guardado, e matar homem ou mulher, o boi será apedrejado, e também morrerá seu dono.
4Não verás o asno de teu irmão, ou seu boi, caídos no caminho, e te esconderás deles: com ele hás de procurar levantá-los.
31Quer tenha chifrado filho, ou tenha chifrado filha, conforme este juízo se fará com ele.
32Se o boi chifrar servo ou serva, pagará trinta siclos de prata seu senhor, e o boi será apedrejado.
1Não verás o boi de teu irmão, ou seu cordeiro, perdidos, e te retirarás deles: precisamente os devolverás a teu irmão.
4Se encontrares o boi de teu inimigo ou seu asno extraviado, traze-o de volta.
5Se vires o asno do que te aborrece caído debaixo de sua carga, lhe deixarás então desamparado? Sem falta ajudarás com ele a levantá-lo.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.
9Quando ceifardes na colheita de vossa terra, não acabarás de ceifar o canto de tua plantação, nem espigarás tua terra ceifada.
14Tu lhe abastecerás generosamente de tuas ovelhas, de tua eira, e de teu lagar; lhe darás daquilo em que o SENHOR te houver abençoado.
14E quando venderdes algo a vosso próximo, ou comprardes da mão de vosso próximo, não engane ninguém a seu irmão:
14Não faças injustiça ao empregado pobre e necessitado, tanto de teus irmãos como de teus estrangeiros que estão em tua terra em tuas cidades:
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
11Mas no sétimo a deixarás vazia e liberarás, para que comam os pobres de teu povo; e do que restar comerão os animais do campo; assim farás de tua vinha e de teu olival.
12Seis dias farás teus negócios, e ao sétimo dia folgarás, a fim que descanse teu boi e teu asno, e tome refrigério o filho de tua serva, e o estrangeiro.
4E no sétimo ano a terra terá sábado de descanso, sábado ao SENHOR: não semearás tua terra, nem podarás tua vinha.
5O que de seu se nascer em tua terra ceifada, não o ceifarás; e as uvas de teu vinhedo não vindimarás: ano de descanso será à terra.
11O ano dos cinquenta anos vos será jubileu: não semeareis, nem colhereis o que nascer de seu na terra, nem vindimareis seus vinhedos:
31Teu boi será matado diante de teus olhos, e tu não comerás dele; teu asno será arrebatado de diante de ti, e não se te voltará; tuas ovelhas serão dadas a teus inimigos, e não terás quem te as resgate.
6Não tomarás em penhor a pedra de moinho, nem a de baixo nem a de cima: porque seria penhorar a vida.
19Quando colheres tua plantação em teu campo, e esqueceres algum feixe no campo, não voltarás a tomá-lo: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será; para que te abençoe o SENHOR teu Deus em toda obra de tuas mãos.
20Quando sacudires tuas olivas, não recorrerás os ramos atrás de ti: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será.
21Quando vindimares tua vinha, não coletarás os restos de atrás de ti: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será.
5Quando irmãos estiverem juntos, e morrer algum deles, e não tiver filho, a mulher do morto não se casará fora com homem estranho: seu cunhado entrará a ela, e a tomará por sua mulher, e fará com ela parentesco.
21Seis dias trabalharás, mas no sétimo dia cessarás: cessarás ainda na arada e na colheita.
5Se alguém fizer pastar campo ou vinha, e meter seu animal, e comer a terra de outro, do melhor de sua terra e do melhor de sua vinha pagará.
1Quando alguém furtar boi ou ovelha, e lhe degolar ou vender, por aquele boi pagará cinco bois, e por aquela ovelha quatro ovelhas.
43Não serás senhor dele com dureza, mas terás temor de teu Deus.
37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem tua comida a ganho:
15Tu semearás, mas não colherás; pisarás azeitonas, mas não te ungirás com óleo; [pisarás] uvas, mas não beberás vinho.
39E quando teu irmão empobrecer, estando contigo, e se vender a ti, não lhe farás servir como servo:
19Santificarás ao SENHOR teu Deus todo primeiro macho que nascer de tuas vacas e de tuas ovelhas: não te sirvas do primeiro de tuas vacas, nem tosquies o primeiro de tuas ovelhas.
25Queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.
23Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado;