Jó 29:11
O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
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12Porque eu livrava ao pobre que clamava, e ao órfão que não tinha quem o ajudasse.
13A bênção do que estava a ponto de morrer vinha sobre mim; e eu fazia o coração da viúva ter grande alegria.
14Vestia-me de justiça, e ela me envolvia; e meu juízo era como um manto e um turbante.
15Eu era olhos para o cego, e pés para o manco.
16Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
1Eis que meus olhos têm visto tudo [isto] ; meus ouvidos o ouviram, e entenderam.
4Escuta-me, por favor, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensina.
5Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora meus olhos te veem.
8Certamente tu disseste a meus ouvidos, e eu ouvi a voz de tuas palavras,
3E os olhos dos que vem não se ofuscarão; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
11E meus olhos verão [o fim] dos meus inimigos; meus ouvidos ouvirão [o fim] dos malfeitores que se levantam contra mim.
21Ouviam-me, e esperavam; e se calavam ao meu conselho.
12O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez ambos.
7Quando eu saía para a porta da cidade, [e] na praça preparava minha cadeira,
8Os rapazes me viam, e abriam caminho; e os idosos se levantavam, e ficavam em pé;
17Escuta-me; eu te mostrarei; eu te contarei o que vi.
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
12Uma palavra me foi dita em segredo, e meu ouvidos escutaram um sussurro dela.
26Se olhei para o sol quando brilhava, e à lua quando estava bela,
18E naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro; e os olhos dos cegos desde a escuridão e desde as trevas as verão.
9Quem tem olhos bondosos será abençoado, porque deu de seu pão ao pobre.
13Mas eu [estou] como o surdo, não ouço; e como o mudo, [que] não abre sua boca.
14E eu estou como um homem que não ouve, e cuja boca não [pode responder] com repreensões.
6Bendito [seja] o SENHOR, porque ele ouviu a voz de minhas súplicas.
3Quando ele fazia brilhar sua lâmpada sobre minha cabeça, e eu com sua luz caminhava pelas trevas,
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
5Quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, meus filhos ao redor de mim;
9Por acaso aquele que criou os ouvidos não ouviria? Aquele que formou os olhos não veria?
16Então eu disse: Melhor é a sabedoria do que a força; ainda que a sabedoria do pobre tenha sido desprezada, e suas palavras não tenham sido ouvidas.
16Ele parou, mas não reconheci sua feição; uma figura estava diante de meus olhos, e ouvi uma voz quieta, [que dizia] :
2De diante de teu rosto saia o meu julgamento; teus olhos observarão o que é justo.
28Assim fizeram com que viesse a ele o clamor do pobre, e ele ouvisse o clamor dos aflitos.
3Porque o ouvido prova as palavras, assim como o paladar experimenta a comida.
21E abrem suas bocas contra mim, dizendo: Ha-ha, nós vimos com nossos [próprios] olhos!
17Ouvi com atenção minhas palavras, e com vossos ouvidos minha declaração.
15Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e seus ouvidos [atentos] ao seu clamor.
19Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
25Remunerou-me, portanto, o SENHOR conforme minha justiça, E conforme minha limpeza diante de seus olhos.
11Eis que eu aguardei vossas palavras, [e] dei ouvidos a vossas considerações, enquanto vós buscáveis argumentos.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
5O Senhor DEUS abriu os meus ouvidos, e não sou rebelde; nem me viro para trás.
20Meus amigos zombam de mim, [mas] meus olhos estão derramando para Deus.
8Os olhos dos que me veem não me verão mais; teus olhos estarão sobre mim, porém deixarei de existir.
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
16Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.
25Por acaso eu não chorei pelo que estava em dificuldade, [e] minha alma não se angustiou pelo necessitado?
4Todos os reis da terra louvarão a ti, SENHOR, quando ouvirem as palavras de tua boca.
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.