Jó 19:27
Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
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25Pois eu sei que meu Redentor vive, e ao fim se levantará sobre a terra;
26E mesmo depois de consumida minha pele, então em minha carne verei a Deus;
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
8Os olhos dos que me veem não me verão mais; teus olhos estarão sobre mim, porém deixarei de existir.
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
11Eu disse: Não verei [mais] ao SENHOR, o SENHOR na terra dos viventes; não mais olharei aos homens com os que habitam o mundo.
9O olho que já o viu nunca mais o verá; nem seu lugar olhará mais para ele.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
5Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora meus olhos te veem.
6Por isso [me] abomino, e me arrependo no pó e na cinza.
15[Mas] eu olharei para teu rosto em justiça; serei satisfeito de tua semelhança, quando eu despertar.
28Se disserdes: Como o perseguiremos? Pois a raiz do problema se acha em mim,
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
11Eis que ele passa diante de mim, sem que eu não o veja; ele passará diante de mim, sem que eu saiba.
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11E meus olhos verão [o fim] dos meus inimigos; meus ouvidos ouvirão [o fim] dos malfeitores que se levantam contra mim.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
9Porque do cume das penhas o verei, E desde as colinas o olharei: Eis aqui um povo que habitará confiante, e não será contado entre as nações.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
6Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
8Eis que se eu for ao oriente, ele não está ali; [se for] ao ocidente, e não o percebo;
9Se ao norte ele opera, eu não [o] vejo; se ele se esconde ao sul, não [o] enxergo.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
20Somente duas coisas não faças comigo; então eu não me esconderei de teu rosto:
17Escuta-me; eu te mostrarei; eu te contarei o que vi.
9Tem misericórdia de mim, SENHOR, porque eu estou angustiado; meus olhos, minha alma e meu ventre foram consumidos pelo sofrimento.
20Meus ossos se grudaram à minha pele e à minha carne; e escapei [só] com a pele de meus dentes.
21Compadecei-vos de mim, meus amigos, compadecei-vos de mim; pois a mão de Deus me tocou.
22Por que vós me perseguis como Deus, e não vos fartais de minhas carne?
17Teus olhos verão o rei em sua formosura; [e] verão uma terra que [se estende] até longe.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
25A quem tenho no céu [além de ti] ? E [quando estou] contigo, nada há na terra que eu deseje.
7Por isso meus olhos se escureceram de mágoa, e todos os membros de meu corpo são como a sombra.
12Tu, SENHOR dos exércitos, que examinas ao justo, que vês os sentimentos e pensamentos, veja eu a tua vingança neles; pois a ti tenho mostrado a minha causa.
9Por isso meu coração está contente, e minha glória se alegra; certamente minha carne habitará em segurança.
23Depois tirarei minha mão, e verás minhas costas; mas não se verá meu rosto.
3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
10Meu coração dá palpitações, e minha força me deixou; e a luz dos meus olhos já não [está] comigo.
20Seus olhos vejam sua ruína, e beba da ira do Todo-Poderoso.
1Eis que meus olhos têm visto tudo [isto] ; meus ouvidos o ouviram, e entenderam.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
9Eis que a esperança de alguém [de vencê-lo] falhará; pois, apenas ao vê-lo será derrubado.
10Por isso quanto a mim, meu olho não poupará, nem terei compaixão; retribuirei o caminho deles sobre suas cabeças.
21Sua carne desaparece da vista, e seus ossos, que antes não se viam, aparecem.
27Eu soube teu assentar-te, teu sair e teu entrar, e teu furor contra mim.