Jó 17:1
Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
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3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
9Tem misericórdia de mim, SENHOR, porque eu estou angustiado; meus olhos, minha alma e meu ventre foram consumidos pelo sofrimento.
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
3Porque os meus dias têm se desfeito como fumaça; e meus ossos se têm se queimado como [n] um forno.
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
13Se eu esperar, o mundo dos mortos será minha casa; nas trevas estenderei minha cama.
14À cova chamo: Tu és meu pai; [e] aos vermes: [Vós sois] minha mãe e minha irmã.
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
16Descerão aos ferrolhos do mundo dos mortos? Descansaremos juntos no pó da terra?
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; [e] me obriga a viver na escuridão, como os que há muito [tempo] morreram.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
2Comigo há ninguém além de zombadores, e meus olhos são obrigados a ficar diante de suas provocações.
22Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
3Porque minha alma está cheia de aflições, e minha vida está quase no mundo dos mortos.
4Já estou contado entre os que descem à cova; tornei-me um homem sem forças.
16Por isso agora minha alma se derrama em mim; dias de aflição têm me tomado.
11Meus dias [têm sido] como a sombra, que declina; e eu estou secando como a erva.
16Meu rosto está vermelho de choro, e minhas pálpebras estão escurecidas ao extremo;
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
5Minha carne está coberta de vermes e de crostas de pó; meu pele está rachada e horrível.
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
17Porque eu estou prestes a ficar como manco, e minha dor está continuamente perante mim.
10Meu coração dá palpitações, e minha força me deixou; e a luz dos meus olhos já não [está] comigo.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
7Por isso meus olhos se escureceram de mágoa, e todos os membros de meu corpo são como a sombra.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
4Meu coração sofre dores em meu interior, e terrores de morte caíram sobre mim.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
17Meu hálito é estranho à minha mulher, e sou repugnante aos filhos de minha mãe.
7Responde-me depressa, SENHOR; porque meu espírito está muito fraco; não escondas tua face de mim, pois eu seria semelhante aos que descem à cova.
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
28Eu me consumo como a podridão, como uma roupa que a traça rói.
18Então eu disse: Pereceram minha força e minha esperança no SENHOR.
10Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
6Fez-me habitar em lugares escuros, como os que já morrera há muito tempo.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
20Olha, SENHOR, que estou angustiada; tormentam-se minhas entranhas, meu coração está transtornado em meio de mim, pois gravemente me rebelei; de fora desfilhou [-me] a espada, de dentro está como a morte.
7Meus olhos estão desolados de mágoa, [e] têm se envelhecido por causa de todos os meus adversários.