Jó 14:10
Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
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11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
12Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, eles não despertarão, nem se erguerão de seu sono.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
1O homem, nascido de mulher, é curto de dias, e farto de inquietação;
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
14Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,
15Toda carne juntamente expiraria, e o ser humano se tornaria em pó.
3Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? [E] o filho do homem, para que com ele te importes?
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
48Que homem vive, que não experimente a morte? Escaparia a alma dele do poder do mundo dos mortos? (Selá)
15Os dias do homem são como a erva, como a flor do campo, assim ele floresce.
16Mas quando o vento passa por ele, logo perece; e seu lugar deixa de ser conhecido.
8Ainda que sua raiz se envelheça na terra, e seu tronco morra no solo,
9Ao cheiro das águas ela brotará, e dará ramos como uma planta nova.
19Porque o que acontece aos filhos dos homens, isso mesmo também acontece aos animais; o mesmo acontece a eles [todos] ; assim como um morre, assim também morre o outro; e todos tem uma mesmo respiração; e a vantagem dos homens sobre os animais é nenhuma, pois todos são inúteis.
20Todos vão a um [mesmo] lugar; todos vieram do pó [da terra] , e todos voltarão ao pó.
21Quem tem certeza de que o fôlego de vida dos homens sobe para cima, e que o fôlego de vida dos animais desce para debaixo da terra?
14Porque de certo morremos, e somos como águas derramadas por terra, que não podem voltar a recolher-se: nem Deus tira a vida, mas sim planeja meio para que seu desviado não seja dele excluído.
22[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
9A nuvem se esvaece, e passa; assim também quem desce ao mundo dos mortos nunca voltará a subir.
10Nunca mais voltará à sua casa, nem seu lugar o conhecerá.
7E o pó volte à terra, assim como era; e o espírito volte a Deus, que o deu.
12Mas o homem que orgulha de si mesmo não permanece; ele é semelhante aos animais, que perecem.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
29[Quando] tu escondes teu rosto, eles ficam perturbados; [quando] tu tiras o fôlego deles, [logo] eles morrem, e voltam ao seu pó.
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
12Pois quem é que sabe o que é bom na vida para o homem, durante os dias de sua vida inútil, os quais ele gasta como sombra? Pois quem contará ao homem o que haverá depois dele abaixo do sol?
12Estando ele ainda verde, sem ter sido cortado, ainda assim se seca antes de toda erva.
21Por acaso sua excelência não se perde com eles mesmos? Eles morrem sem sabedoria.
36Porém ele já foi embora, e eis que ele não [existe mais] ; eu o procurei, e não foi achado.
14Vós, que não sabeis o que [acontecerá] no amanhã. Porque, o que [é] a vossa vida? Pois é um vapor, que por um pouco aparece, e depois se desvanece.
8Não há homem nenhum que tenha domínio sobre o espírito, para reter ao espírito; nem [tem] domínio sobre dia da morte, nem meios de escapar d [esta] guerra; nem a perversidade livrará a seus donos.
7A erva se seca, as flores caem, porque o Espírito do SENHOR nelas sopra; verdadeiramente o povo é erva.
6E ainda que vivesse mil anos duas vezes, e não experimentasse o que é bom, por acaso não vão todos para o mesmo lugar?
7[Mesmo assim] com o seu excremento perecerá para sempre; os que houverem o visto, dirão: Onde ele está?
32Finalmente ele é levado à sepultura, e no túmulo fazem vigilância.
5Como também [quando] temerem as coisas altas, e houver espantos no caminho; e florescer a amendoeira, e o gafanhoto se tornar pesado, e acabar o apetite; porque o homem vai para sua casa eterna, e os que choram andarão ao redor da praça;
24Pois toda carne é como a erva, e toda glória humana como a flor da erva. A erva se seca, e sua flor cai;
11Porque saiu o sol com o [seu] ardor, e secou a erva, e a sua flor caiu, e a formosa aparência do seu aspecto pereceu; assim também o rico se murchará nos seus caminhos!
19E a água desgasta as pedras, e as enxurradas levam o pó da terra, assim também tu fazes perecer a esperança do homem.
22Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.
6De madrugada floresce, e brota; à tarde é cortada, e se seca.
16De modo que isto também é um mal causador de sofrimentos, que exatamente como veio, assim se vai; e que proveito ele teve em trabalhar para o vento?
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
5Porque na morte não há lembrança de ti; no mundo dos mortos quem te louvará?
5Porque os vivos sabem que vão morrer; mas os mortos não sabem coisa alguma, nem também tem mais recompensa; pois a lembrança deles já foi esquecida.