Isaías 2:22
[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
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3Não ponhas tua confiança em príncipes; em filhos de homens, em quem não há salvação.
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
3Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? [E] o filho do homem, para que com ele te importes?
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
14Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,
15Toda carne juntamente expiraria, e o ser humano se tornaria em pó.
10Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
21E se porão nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa da temível presença do SENHOR, e por causa da glória de sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.
10Entra nas rochas, e esconde-te no pó, por causa da temível presença do SENHOR, e da glória de sua majestade.
11Os olhos arrogantes dos homens serão abatidos, e o orgulho dos homens será humilhado; e só o SENHOR será exaltado naquele dia.
12Mas o homem que orgulha de si mesmo não permanece; ele é semelhante aos animais, que perecem.
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
6Certamente o homem anda pela aparência, certamente se inquietam em vão; ajuntam [bens] , e não sabem que [os] levará.
10Em sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda carne humana.
6Quanto menos o ser humano, que é uma larva, e o filho de homem, que é um verme.
9Pois os filhos dos seres humanos são nada; os filhos do homem são mentira; pesados juntos [são mais leves] que o vazio.
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
5Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e põe sua confiança na força humana, ) e seu coração se afasta do SENHOR;
3Por que somos considerados animais, e tolos em vossos olhos?
29[Quando] tu escondes teu rosto, eles ficam perturbados; [quando] tu tiras o fôlego deles, [logo] eles morrem, e voltam ao seu pó.
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
14O que é o homem, para que seja puro? E o nascido de mulher, para que seja justo?
15Os dias do homem são como a erva, como a flor do campo, assim ele floresce.
7A erva se seca, as flores caem, porque o Espírito do SENHOR nelas sopra; verdadeiramente o povo é erva.
17Seria o ser humano mais justo que Deus? Seria o homem mais puro que seu Criador?
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
25O temor do homem arma ciladas; mas o que confia no senhor ficará em segurança.
28E seu sopro como um rio que inunda, chegando até o pescoço, para sacudir as nações com a peneira da inutilidade; e um freio nos queixos dos povos [os] fará andar perdidos.
12Eu, eu sou aquele que vos consola; quem és tu, para que tenhas medo do homem mortal, ou do filho do homem [que] é como grama,
3Não faleis tantas coisas soberbas; Cessem as palavras arrogantes de vossa boca; Porque o Deus de todo conhecimento é o SENHOR, E a ele cabe pesar as ações.
18A quem, pois, comparareis a Deus? Ou que semelhança atribuireis a ele?
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
48Que homem vive, que não experimente a morte? Escaparia a alma dele do poder do mundo dos mortos? (Selá)
14Vós, que não sabeis o que [acontecerá] no amanhã. Porque, o que [é] a vossa vida? Pois é um vapor, que por um pouco aparece, e depois se desvanece.
11Ao castigares alguém com repreensões pela maldade, logo tu desfaz o que lhe agrada como traça; certamente todo homem é um nada. (Selá)
3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
17Têm ouvidos, mas não ouvem; não têm respiração em sua boca.
24Pois toda carne é como a erva, e toda glória humana como a flor da erva. A erva se seca, e sua flor cai;
21Quem tem certeza de que o fôlego de vida dos homens sobe para cima, e que o fôlego de vida dos animais desce para debaixo da terra?
23Eu sei, SENHOR, que não pertence ao homem o seu caminho, nem ao homem que anda a direção de seus passos.
2Filhos dos homens, até quando [tornareis] minha glória em infâmia, e amareis as coisas vãs? [Até quando] buscareis a mentira? (Selá)
4Tens tu olhos de carne? Vês tu como o ser humano vê?
11Por acaso a majestade dele não vos espantará? E o temor dele não cairá sobre sobre vós?
7Formou, pois, o SENHOR Deus ao homem do pó da terra, e assoprou em seu nariz sopro de vida; e foi o homem em alma vivente.
17Todo homem tem se tornado bruto, e sem conhecimento; envergonha-se todo artífice da imagem de escultura, porque sua imagem de fundição é mentira, e não há espírito nelas.
4O que é o homem, para que tu te lembres dele? E [o que é] o filho do homem, para que o visites?
19Porque o que acontece aos filhos dos homens, isso mesmo também acontece aos animais; o mesmo acontece a eles [todos] ; assim como um morre, assim também morre o outro; e todos tem uma mesmo respiração; e a vantagem dos homens sobre os animais é nenhuma, pois todos são inúteis.
2Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.