Jó 27:3
Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
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3Meus dizeres pronunciarão a integridade do meu coração, e o puro conhecimento dos meus lábios.
4O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me deu vida.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
1E Jó prosseguiu em falar seu discurso, e disse:
2Vive Deus, que tirou meu direito, o Todo-Poderoso, que amargou minha alma,
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
16Ó Senhor, por estas coisas é que se vive, e em todas elas está a vida de meu espírito. Então cura-me, e deixa-me viver.
4Meus lábios não falarão injustiça, nem minha língua pronunciará engano.
5Nunca aconteça que eu diga que vós estais certos; até eu morrer nunca tirarei de mim minha integridade.
6Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
10Em sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda carne humana.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
25Pois eu sei que meu Redentor vive, e ao fim se levantará sobre a terra;
26E mesmo depois de consumida minha pele, então em minha carne verei a Deus;
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
14Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
8Certamente há espírito no ser humano, e a inspiração do Todo-Poderoso os faz entendedores.
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
12Vida e misericórdia me concedeste, e teu cuidado guardou meu espírito.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
22[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
15Então um vento passou por diante de mim, que fez arrepiar os pelos de minha carne.
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
5Quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, meus filhos ao redor de mim;
17Como pode, pois, o servo de meu senhor falar com este meu senhor? Pois desde agora não resta força em mim, e não me ficou fôlego.
20O fôlego de nossas narinas, o ungido do SENHOR, do qual dizíamos: Abaixo de sua sombra teremos vida entre as nações; foi preso em suas covas.
2Louvarei ao SENHOR durante [toda] a minha vida; cantarei louvores a meu Deus enquanto eu [existir] .
4Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, cujo veneno meu espírito bebe; e temores de Deus me atacam.
7E o pó volte à terra, assim como era; e o espírito volte a Deus, que o deu.
9Com o sopro de Deus eles perecem, e pelo vento de sua ira são consumidos.
3Mas eu falarei com o Todo-Poderoso, e quero me defender para com Deus.
2O espírito do SENHOR falou por mim, E sua palavra foi em minha língua.
17Meu hálito é estranho à minha mulher, e sou repugnante aos filhos de minha mãe.
21Seu fôlego acende carvões, e de sua boca sai chama.