Jó 19:17
Meu hálito é estranho à minha mulher, e sou repugnante aos filhos de minha mãe.
Meu hálito é estranho à minha mulher, e sou repugnante aos filhos de minha mãe.
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13Ele afastou meus irmãos para longe de mim; e os que me conheciam agora me estranham.
14Meus parentes [me] deixaram, e meus conhecidos se esqueceram de mim.
15Os moradores de minha casa e minhas servas me tiveram por estranho; estrangeiro me tornei em seus olhos.
16Chamei a meu servo, e ele não respondeu; de minha própria boca eu lhe suplicava.
18Até os meninos me desprezam; quando eu me levanto, falam contra mim.
19Todos os meus amigos próximos me abominam; e [até] aqueles que eu amava se viraram contra mim.
20Meus ossos se grudaram à minha pele e à minha carne; e escapei [só] com a pele de meus dentes.
21Compadecei-vos de mim, meus amigos, compadecei-vos de mim; pois a mão de Deus me tocou.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
15Se eu tivesse dito [isto] , eu falaria desse jeito; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
12Ouve a minha oração, SENHOR; e dá ouvidos ao meu clamor; não te cales de minhas lágrimas, porque eu sou [como] um peregrino para contigo; estrangeiro, como todos os meus pais.
3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
9SENHOR, todo o meu sofrimento está diante de ti, e meu gemido não te é oculto.
10Meu coração dá palpitações, e minha força me deixou; e a luz dos meus olhos já não [está] comigo.
11Meus amigos e companheiros observam de longe minha calamidade; e os meus vizinhos ficam afastados.
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
9Se foi meu coração se deixou seduzir por [alguma] mulher, ou se estive espreitei à porta de meu próximo,
10Que minha mulher moa para outro, e outros se encurvem sobre ela.
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
18Por grande força [de Deus] minha roupa está estragada; ele me prendeu como a gola de minha roupa.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
20Olha, SENHOR, que estou angustiada; tormentam-se minhas entranhas, meu coração está transtornado em meio de mim, pois gravemente me rebelei; de fora desfilhou [-me] a espada, de dentro está como a morte.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
3Já dez vezes me humilhastes; não tendes vergonha em me maltratar.
21Porque meu coração tem se amargurado, e meus rins têm sentido dolorosas picadas.
8Tornei-me estranho aos meus irmãos; e desconhecido aos filhos de minha mãe;
12Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
4Meu coração, tal como a erva, está tão ferido e seco, que me esqueci de comer meu pão.
5Por causa da voz do meu gemido, meus ossos têm se grudado à minha carne.
6Ainda que eu fale, minha dor não cessa; e se eu me calar, em que me alivio?
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
2O que [posso te dizer] , meu filho, ó filho do meu ventre? O que [te direi] , filho de minhas promessas?
2Repreendei vossa mãe, repreendei; porque ela não é minha mulher, nem eu seu marido; que tire suas prostituições diante de si, e seus adultérios dentre seus peitos;
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.