Jó 3:12
Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?
Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?
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10Pois não fechou as portas do ventre onde eu estava, nem escondeu de meus olhos o sofrimento.
11Por que eu não morri desde a madre, ou perdi a vida ao sair do ventre?
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre [materno] seria levado à sepultura.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
17Por ele não ter me matado no ventre, de modo que minha mãe teria sido minha sepultura, e o ventre uma gravidez perpétua.
18Para que saí do ventre? Para ver trabalho e dor, e meus dias serem gastos com vergonha?
16Ou [por que] não fui como um aborto oculto, como as crianças que nunca viram a luz?
13Pois agora eu jazeria e repousaria; dormiria, e então haveria repouso para mim;
9Tu és o que me tiraste do ventre; [e] o que me deu segurança, [estando eu] junto aos seios de minha mãe.
10Eu fui lançado sobre ti desde [que saí d] o útero; desde o ventre de minha mãe tu [és] meu Deus.
3Pereça o dia em que nasci, e a noite [em que] se disse: Um homem foi concebido.
1Como gostaria que tu fosses como meu irmão, que mamava os seios de minha mãe. Quando eu te achasse na rua, eu te beijaria, e não me desprezariam.
14Que faria eu quando Deus se levantasse? E quando ele investigasse [a causa] , o que eu lhe responderia?
15Aquele que me fez no ventre [materno também] não fez a ele? E não nos preparou de um mesmo [modo] na madre?
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
10Por acaso não me derramaste como o leite, e como o queijo me coalhaste?
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
12É, por acaso, a minha força a força de pedras? Minha carne é de bronze?
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
20E levantou-se à meia noite, e tomou a meu filho de junto a mim, estando eu tua serva dormindo, e o pôs a seu lado, e pôs a meu lado seu filho morto.
21E quando eu me levantei pela manhã para dar o peito a meu filho, eis que que estava morto: mas observei-lhe pela manhã, e vi que não era meu filho, que eu havia dado à luz.
24Seus baldes estando cheios de leite, e o tutano de seus ossos umedecido.
6Tenho me apoiado em ti desde o ventre de minha mãe; das entranhas dela me tiraste; eu louvo continuamente a ti.
18(Porque desde a minha juventude cresceu comigo como [se eu fosse seu pai] , e desde o ventre de minha mãe guiei [a viúva] );
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
13Porque tu és dono do meu ser, e me cobriste no ventre da minha mãe.
21Porque meu coração tem se amargurado, e meus rins têm sentido dolorosas picadas.
23[E também] ao homem cujo caminho é oculto, e a quem Deus [o] encobriu?
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
15Meus ossos não estavam escondidos de ti quando eu fui feito em oculto, e formado como tramas de tecido nas profundezas da terra.
3Por isso meus lombos estão cheios de sofrimento; fui tomado por dores, tais como as dores de parto; fiquei perturbado ao ouvir, e estou horrorizado de ver.
3Porque eu era filho do meu pai; tenro, e único perante a face de minha mãe.
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
3Cordas da morte me cercaram, e angústias do mundo dos mortos me encontraram; achei opressão e aflição.
2O que [posso te dizer] , meu filho, ó filho do meu ventre? O que [te direi] , filho de minhas promessas?
22Que minha escápula caia do meu ombro, e meu braço se quebre de sua articulação.
2Ao invés disso, eu me sosseguei e calei minha alma, tal como uma criança com sua mãe; como um bebê está minha alma comigo.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
4Fez envelhecer minha carne e minha pele, quebrou meus ossos.
12Não seja ela agora como o que sai morto do ventre de sua mãe, consumida a metade de sua carne.
2De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
7E acrescentou: Quem diria a Abraão que Sara havia de dar de mamar a filhos? pois que lhe dei um filho em sua velhice.
3Ah se eu soubesse como poderia achá-lo! [Então] eu me chegaria até seu trono.