Jó 30:2
De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
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1Porém agora riem de mim os mais jovens do que eu, cujos pais eu havia desdenhado até de os pôr com os cães de meu rebanho.
12À direita os jovens se levantam; empurram meus pés, e preparam contra mim seus caminhos de destruição.
13Destroem meu caminho, e promovem minha miséria, sem necessitarem que alguém os ajude.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
12É, por acaso, a minha força a força de pedras? Minha carne é de bronze?
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
9Não me rejeites no tempo da velhice; não me desampares quando minha força se acabar;
10Entre nós também há os que tenham cabelos grisalhos, também há os que são muito mais idosos que teu pai.
11Por acaso as consolações de Deus te são poucas? As mansas palavras voltadas a ti?
3Por causa da pobreza e da fome andavam sós; roem na terra seca, no lugar desolado e deserto em trevas.
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
2Como tende ajudado ao que não tem força, [e] sustentado ao braço sem vigor!
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
23Ele abateu minha força no caminho; abreviou os meus dias.
18Até os meninos me desprezam; quando eu me levanto, falam contra mim.
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
22Que minha escápula caia do meu ombro, e meu braço se quebre de sua articulação.
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
4Fez envelhecer minha carne e minha pele, quebrou meus ossos.
7Na verdade agora ele me tornou exausto; tu assolaste toda a minha companhia.
8Testemunha [disto é] que já me enrugaste; e minha magreza já se levanta contra mim para em meu rosto dar testemunho [contra mim] .
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
7Por que razão os perversos vivem, envelhecem, e ainda crescem em poder?
18E agora, que estou velho e de cabelos grisalhos, não me desampares, Deus; enquanto eu não tiver anunciado a força de teu braço a [esta] geração, e teu poder a todos que vierem.
30Até os jovens se cansam e se fatigam; e os rapazes caem;
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
20Ele tira a fala daqueles a quem os outros confiam, e tira o juízo dos anciãos.
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
10Meu coração dá palpitações, e minha força me deixou; e a luz dos meus olhos já não [está] comigo.
29A beleza dos jovens é sua força; e a honra dos velhos é [seus] cabelos brancos.
8Os rapazes me viam, e abriam caminho; e os idosos se levantavam, e ficavam em pé;
15Eu os treinei, [e] fortalecei seus braços, porém pensam o mal contra mim.
4Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.
2Ah quem me dera que fosse como nos meses passados! Como nos dias em que Deus me guardava!
19Pode, por acaso, a tua riqueza te sustentar para que não tenhas aflição, mesmo com todos os esforços de [teu] poder?
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
22Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
19Ó SENHOR, fortaleza minha, e força minha, e meu refúgio no tempo da aflição; a ti virão nações desde os confins da terra, e dirão: Certamente o que nossos pais possuíam era mentira e inutilidade; não havia nessas coisas proveito algum.
25Se eu me alegrei de que minha riqueza era muita, e de que minha mão havia obtido muito;
15Quem é o Todo-Poderoso, para que o sirvamos? E de que nos aproveitará que oremos a ele?
16Eis que sua prosperidade não se deve às mãos deles. Longe de mim esteja o conselho dos perversos!
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
29E se tomardes também este de diante de mim, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer minhas cãs com dor ao mundo dos mortos.
21Tu te tornaste cruel para comigo; com a força de tua mão tu me atacas.