Jó 7:16
Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
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15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre [materno] seria levado à sepultura.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
17Por isso detestei a vida, porque a obra que é feita abaixo do sol me faz sofrer; pois tudo é inútil [como] perseguir o vento.
18Eu também detestei todo o meu trabalho em que trabalhei abaixo do sol, porque o deixarei ao homem que virá depois de mim.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
3Agora pois, ó SENHOR, peço-te que me mates, porque é melhor para mim morrer do que viver.
3Assim também me deram por herança meses inúteis, e me prepararam noites de sofrimento.
4Quando eu me deito, pergunto: Quando me levantarei? Mas a noite se prolonga, e me canso de me virar [na cama] até o amanhecer.
5Minha carne está coberta de vermes e de crostas de pó; meu pele está rachada e horrível.
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
8Ah se meu pedido fosse realizado, e se Deus [me] desse o que espero!
9Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
11Eu disse: Não verei [mais] ao SENHOR, o SENHOR na terra dos viventes; não mais olharei aos homens com os que habitam o mundo.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
13Calai-vos diante de mim, e eu falarei; e venha sobre mim o que vier.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
21Mesmo se eu for inocente, não estimo minha alma; desprezo minha vida.
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
15Tudo [isto] vi nos meus dias inúteis: há justo que perece em sua justiça, e há perverso que prolonga [sua vida] em sua maldade.
7Na verdade agora ele me tornou exausto; tu assolaste toda a minha companhia.
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
24Eu dizia: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias; teus anos são [eternos] , geração após geração.
13Não prestes atenção em mim [em tua ira] , antes que eu vá, e pereça.
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
21Que esperam a morte, e ela não chega, e que a buscam mais que tesouros;
5Nunca aconteça que eu diga que vós estais certos; até eu morrer nunca tirarei de mim minha integridade.
6Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
10Tira teu tormento de sobre mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.
8Mesmo se o homem viver muitos anos, [e] em todos eles se alegrar, ele também deve se lembrar dos dias de trevas, porque serão muitos. Tudo o que acontecer [será] inútil.
5[Então] que o inimigo persiga a minha alma, e a alcance; e pise em terra a minha vida; e faça habitar minha honra no pó. (Selá)