Salmos 144:4
O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
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14Porque ele sabe como fomos formados; ele se lembra de que somos pó.
15Os dias do homem são como a erva, como a flor do campo, assim ele floresce.
16Mas quando o vento passa por ele, logo perece; e seu lugar deixa de ser conhecido.
1O homem, nascido de mulher, é curto de dias, e farto de inquietação;
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
3Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? [E] o filho do homem, para que com ele te importes?
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
6Certamente o homem anda pela aparência, certamente se inquietam em vão; ajuntam [bens] , e não sabem que [os] levará.
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
14Vós, que não sabeis o que [acontecerá] no amanhã. Porque, o que [é] a vossa vida? Pois é um vapor, que por um pouco aparece, e depois se desvanece.
11Meus dias [têm sido] como a sombra, que declina; e eu estou secando como a erva.
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
12Pois quem é que sabe o que é bom na vida para o homem, durante os dias de sua vida inútil, os quais ele gasta como sombra? Pois quem contará ao homem o que haverá depois dele abaixo do sol?
10Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
9Pois nós somos de ontem e nada sabemos, pois nossos dias sobre a terra são como a sombra.
12Mas o homem que orgulha de si mesmo não permanece; ele é semelhante aos animais, que perecem.
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
15Toda carne juntamente expiraria, e o ser humano se tornaria em pó.
11Ao castigares alguém com repreensões pela maldade, logo tu desfaz o que lhe agrada como traça; certamente todo homem é um nada. (Selá)
4Pois ele veio inutilmente, e vai embora em trevas; e nas trevas seu nome é encoberto.
5São teus dias como os dias do ser humano, ou teus anos como os anos do homem,
8Mesmo se o homem viver muitos anos, [e] em todos eles se alegrar, ele também deve se lembrar dos dias de trevas, porque serão muitos. Tudo o que acontecer [será] inútil.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
15Porque nós, estrangeiros e peregrinos somos diante de ti, como todos nossos pais; e nossos dias qual sombra sobre a terra, e não dão espera.
24Pois toda carne é como a erva, e toda glória humana como a flor da erva. A erva se seca, e sua flor cai;
11O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são inúteis.
22[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
10E o rico no seu abatimento, porque ele passará como a flor da erva.
11Porque saiu o sol com o [seu] ardor, e secou a erva, e a sua flor caiu, e a formosa aparência do seu aspecto pereceu; assim também o rico se murchará nos seus caminhos!
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
19Porque o que acontece aos filhos dos homens, isso mesmo também acontece aos animais; o mesmo acontece a eles [todos] ; assim como um morre, assim também morre o outro; e todos tem uma mesmo respiração; e a vantagem dos homens sobre os animais é nenhuma, pois todos são inúteis.
20Todos vão a um [mesmo] lugar; todos vieram do pó [da terra] , e todos voltarão ao pó.
3Tu fazes o homem voltar ao pó, e dizes: Retornai-vos, filhos dos homens!
4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem, que passou, e como a vigília da noite.
1Por acaso o ser humano não tem um trabalho duro sobre a terra, e não são seus dias como os dias de um assalariado?
2Filhos dos homens, até quando [tornareis] minha glória em infâmia, e amareis as coisas vãs? [Até quando] buscareis a mentira? (Selá)
19Quanto mais naqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagáveis como a traça!
20Desde a manhã até a tarde são despedaçados, e perecem sempre, sem que ninguém perceba.
4O que é o homem, para que tu te lembres dele? E [o que é] o filho do homem, para que o visites?
9Pois os filhos dos seres humanos são nada; os filhos do homem são mentira; pesados juntos [são mais leves] que o vazio.
9Porque todos os nossos dias se vão por causa de tua irritação; acabamos nossos anos como um suspiro.
10Os dias de nossa vida [chegam até] os setenta anos; e os que são mais fortes, até os oitenta anos; e o melhor deles é canseira e opressão, porque logo é cortado, e saímos voando.
8Coisas inúteis e mais inúteis!- diz o pregador - Tudo é inútil.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
6De madrugada floresce, e brota; à tarde é cortada, e se seca.
5Visto que seus dias já estão determinados, e contigo está o número de seus meses, tu lhe puseste limites, [dos quais] ele não passará.
4Também vi eu que todo o trabalho, e toda a habilidade em obras, [causa] ao homem a inveja de seu próximo; também isto é inútil [como] perseguir o vento.
23Porque todos os seus dias são dores, e aflição [é] sua rotina; até de noite seu coração não descansa; também isto é inútil.