Jó 7:1
Por acaso o ser humano não tem um trabalho duro sobre a terra, e não são seus dias como os dias de um assalariado?
Por acaso o ser humano não tem um trabalho duro sobre a terra, e não são seus dias como os dias de um assalariado?
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2Como o servo suspira pela sombra, e como o assalariado espera por seu pagamento,
3Assim também me deram por herança meses inúteis, e me prepararam noites de sofrimento.
4Tens tu olhos de carne? Vês tu como o ser humano vê?
5São teus dias como os dias do ser humano, ou teus anos como os anos do homem,
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
18E o visites a cada manhã, e a cada momento o proves?
5Visto que seus dias já estão determinados, e contigo está o número de seus meses, tu lhe puseste limites, [dos quais] ele não passará.
6Desvia-te dele, para que ele tenha repouso; até que, como o empregado, complete seu dia.
3Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? [E] o filho do homem, para que com ele te importes?
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
14No dia da prosperidade, alegra-te; mas no dia da adversidade, considera; pois Deus faz um em contraposição ao outro, para que o homem não consiga descobrir o que haverá depois dele.
15Tudo [isto] vi nos meus dias inúteis: há justo que perece em sua justiça, e há perverso que prolonga [sua vida] em sua maldade.
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
6E ainda que vivesse mil anos duas vezes, e não experimentasse o que é bom, por acaso não vão todos para o mesmo lugar?
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
9Que proveito tem o trabalhador naquilo em que ele trabalha?
1O homem, nascido de mulher, é curto de dias, e farto de inquietação;
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
6Porque para todo propósito há uma hora e uma maneira [correta] ; por isso o mal do homem é muito sobre ele:
7Pois ele não sabe o que irá acontecer. Quem pode lhe avisar o que vai acontecer, e quando?
3Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
12Pois quem é que sabe o que é bom na vida para o homem, durante os dias de sua vida inútil, os quais ele gasta como sombra? Pois quem contará ao homem o que haverá depois dele abaixo do sol?
1Por que os tempos não são marcados pelo Todo-Poderoso? Por que os que o conhecem não veem seus dias?
4Por acaso não sabes isto, [que foi] desde a antiguidade, desde que o ser humano foi posto no mundo?
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
8Havia um que era sozinho, sem filho, nem irmão; e seu trabalho não tem fim, nem seus olhos se fartam de riquezas; nem [diz] : Para quem eu estou trabalhando, e privando minha [própria] alma daquilo que é bom?
1Para todas as coisas há um tempo determinado, e todo propósito abaixo do céu [tem seu] tempo.
2Pois qual é a porção [dada] por Deus acima, e a herança [dada] pelo Todo-Poderoso das alturas?
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
6Certamente o homem anda pela aparência, certamente se inquietam em vão; ajuntam [bens] , e não sabem que [os] levará.
15Os dias do homem são como a erva, como a flor do campo, assim ele floresce.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
22Pois que [proveito] o homem tem por todo o seu trabalho e cansaço de seu coração em que ele trabalha abaixo do sol?
23Porque todos os seus dias são dores, e aflição [é] sua rotina; até de noite seu coração não descansa; também isto é inútil.
21Pois que interesse teria ele em sua casa depois de si, quando o número for cortado o número de seus meses?
20Verdadeiramente não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque.
8Mesmo se o homem viver muitos anos, [e] em todos eles se alegrar, ele também deve se lembrar dos dias de trevas, porque serão muitos. Tudo o que acontecer [será] inútil.
23Então o homem sai para seu trabalho e sua obra até o entardecer.
9Tudo isto vi quando fiz coração considerar toda obra que se faz abaixo do sol: há um tempo em que um homem passa a dominar [outro] homem, para sua [própria] ruína.
15Porque nós, estrangeiros e peregrinos somos diante de ti, como todos nossos pais; e nossos dias qual sombra sobre a terra, e não dão espera.
9Pois nós somos de ontem e nada sabemos, pois nossos dias sobre a terra são como a sombra.
14[Ainda] há [outra] coisa inútil que é feita sobre a terra: que há justos a quem acontece conforme as obras dos perversos, e há perversos a quem acontece conforme as obras dos justos. Digo que isto também é inútil.
16De modo que isto também é um mal causador de sofrimentos, que exatamente como veio, assim se vai; e que proveito ele teve em trabalhar para o vento?