Jó 6:30
Há perversidade em minha língua? Não poderia meu paladar discernir as coisas más?
Há perversidade em minha língua? Não poderia meu paladar discernir as coisas más?
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29Mudai de opinião, pois, e não haja perversidade; mudai de opinião, pois minha justiça continua.
6Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.
7Porque minha boca declarará a verdade; e meus lábios abominam a maldade.
8Todas as coisas que digo com minha boca são justas; não há nelas coisa alguma [que seja] distorcida ou perversa.
4Meus lábios não falarão injustiça, nem minha língua pronunciará engano.
11Por acaso o ouvido não distingue as palavras, e o paladar prova as comidas?
6Para que investigues minha perversidade, e pesquises meu pecado?
12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
3Porque o ouvido prova as palavras, assim como o paladar experimenta a comida.
10Não há ainda na casa do perverso riquezas da perversidade, e medida enganosamente menor, o que é abominável?
11Posso eu tolerar [quem tem] balanças falsas e bolsa de pesos enganosos?
6Por acaso se come o insípido sem sal? Ou há gosto na clara do ovo?
7Minha alma se recusa tocar [essas coisas] , que são para mim como comida detestável.
4Não inclines meu coração para as coisas más, para fazer o mal junto com homens que praticam maldade; e não coma eu das delícias deles.
5Pois tua perversidade conduz tua boca, e tu escolheste a língua dos astutos.
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
20Ainda que eu seja justo, minha boca me condenaria; se eu fosse inocente, então ela me declararia perverso.
3Tu [já] provaste o meu coração, tu [me] visitaste de noite; tu me investigaste, [e] nada achaste; decidi [que] minha boca não transgredirá.
16Mas Deus diz ao perverso: Para que tu recitas meus estatutos, e pões meu pacto em tua boca?
6Por acaso devo eu mentir quanto ao meu direito? Minha ferida é dolorosa mesmo que eu não tenha transgressão.
24Ensinai-me, e eu [me] calarei; e fazei-me entender em que errei.
25Como são fortes as palavras de boa razão! Mas o que vossa repreensão reprova?
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
6Ouvi agora meu argumento, e prestai atenção aos argumentos de meus lábios.
7Por acaso falareis perversidade por Deus, e por ele falareis engano?
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
10Nos lábios do rei estão palavras sublimes; sua boca não transgride quando julga.
12Por acaso correm os cavalos pelos rochedos? Pode-se arar [ali] com bois? Porém vós pervertestes o juízo em veneno, e o fruto da justiça no amargo absinto.
31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
32Os lábios do justo sabem o que é agradável; mas a boca dos perversos [é cheia] de perversidades.
3Por acaso Deus perverteria o direito, ou o Todo-Poderoso perverteria a justiça?
4Uma língua sã é árvore de vida; mas a perversidade nela é faz o espírito em pedaços.
3O que ele te dará, e o que ele fará contigo, ó língua enganadora?
13Teus olhos são puros demais para veres o mal, e não podes observar a opressão; ora, por que olharias aos enganadores, e calarias quando o perverso devora ao mais justo que ele?
3Meus dizeres pronunciarão a integridade do meu coração, e o puro conhecimento dos meus lábios.
30Sendo que nem deixei minha boca pecar, desejando sua morte com maldição,
30A boca do justo fala de sabedoria, e sua língua fala do [bom] juízo.
20Por acaso teria comunhão contigo o trono da maldade, que faz leis opressivas?
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
6Pese-me ele em balanças justas, e Deus saberá minha integridade.
3Por que me fazes ver a injustiça, e vês a opressão? Pois assolação e violência estão em frente de mim, há brigas, e disputas se levantam.
1Eu dizia: Vigiarei os meus caminhos, para eu não pecar com minha língua; vigiarei minha boca com freio, enquanto o perverso ainda estiver em frente a mim.
32Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?
5[Ou] não será por causa de tua grande malícia, e de tuas maldades que não têm fim?
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
9Porque não há verdade na boca deles; seu interior são meras destruições; a garganta deles é uma sepultura aberta; com suas línguas elogiam falsamente.
17Apesar de não haver injustiça em minhas mãos, e de minha oração ser pura.
19Com tua boca pronuncias o mal, e tua língua gera falsidades.
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;