Jó 27:4
Meus lábios não falarão injustiça, nem minha língua pronunciará engano.
Meus lábios não falarão injustiça, nem minha língua pronunciará engano.
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6Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.
7Porque minha boca declarará a verdade; e meus lábios abominam a maldade.
8Todas as coisas que digo com minha boca são justas; não há nelas coisa alguma [que seja] distorcida ou perversa.
5Nunca aconteça que eu diga que vós estais certos; até eu morrer nunca tirarei de mim minha integridade.
6Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
2Eis que já abri minha boca; minha língua já fala debaixo do meu céu da boca.
3Meus dizeres pronunciarão a integridade do meu coração, e o puro conhecimento dos meus lábios.
1Eu dizia: Vigiarei os meus caminhos, para eu não pecar com minha língua; vigiarei minha boca com freio, enquanto o perverso ainda estiver em frente a mim.
30Sendo que nem deixei minha boca pecar, desejando sua morte com maldição,
30Há perversidade em minha língua? Não poderia meu paladar discernir as coisas más?
7Por acaso falareis perversidade por Deus, e por ele falareis engano?
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
3Põe, SENHOR, uma guarda em minha boca; vigia a abertura dos meus lábios.
4Não inclines meu coração para as coisas más, para fazer o mal junto com homens que praticam maldade; e não coma eu das delícias deles.
2Ó SENHOR, livra minha alma dos lábios mentirosos, da língua enganadora.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
28Não sejas testemunha contra teu próximo sem causa; por que enganarias com teus lábios?
34Não quebrarei o meu pacto, e o que saiu dos meus lábios não mudarei.
2Porque a boca do perverso, e a boca enganadora já se abriram contra mim; falaram de mim com língua falsa.
31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
32Os lábios do justo sabem o que é agradável; mas a boca dos perversos [é cheia] de perversidades.
3Tu [já] provaste o meu coração, tu [me] visitaste de noite; tu me investigaste, [e] nada achaste; decidi [que] minha boca não transgredirá.
4Quanto às obras dos homens, conforme a palavra de teus lábios eu me guardei dos caminhos do violento;
16Meu interior saltará de alegria quando teus lábios falarem coisas corretas.
7Aquele que usa de engano não habitará em minha casa; aquele que fala mentiras não conseguirá ficar firme perante meus olhos.
10Pois: quem quer amar a vida e ver dias bons, refreie sua língua do mal, e que seus lábios não falem engano.
19Com tua boca pronuncias o mal, e tua língua gera falsidades.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
13Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios sairá a impiedade: assim que minha mão não será contra ti.
19O lábio da verdade ficará para sempre, mas a língua da falsidade [dura] por [apenas] um momento.
22Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas dos que falam a verdade são seu prazer.
4Não me sento com homens vãos, nem converso com desonestos.
3Que o SENHOR corte a todos os lábios que falam falsos elogios, [e toda] língua que fala grandes [mentiras] .
4Pois disseste: Minha doutrina é pura, e eu sou limpo diante de teus olhos.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
13Com meus lábios contei todos os juízos de minha boca.
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
4O coração perverso se afastará de mim; não conhecerei ao mau.
10Nos lábios do rei estão palavras sublimes; sua boca não transgride quando julga.
30A boca do justo fala de sabedoria, e sua língua fala do [bom] juízo.
43E nunca tires de minha boca a palavra da verdade, pois eu espero em teus juízos.
3[Aquele que] não murmura com sua língua; não faz mal ao seu companheiro, nem aceita insulto contra seu próximo.
6Por acaso devo eu mentir quanto ao meu direito? Minha ferida é dolorosa mesmo que eu não tenha transgressão.
9Quanto à cabeça dos que me cercam, que a opressão de seus próprios lábios os cubra.
5Pois tua perversidade conduz tua boca, e tu escolheste a língua dos astutos.
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?