Jó 22:5
[Ou] não será por causa de tua grande malícia, e de tuas maldades que não têm fim?
[Ou] não será por causa de tua grande malícia, e de tuas maldades que não têm fim?
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6Porque tomaste penhor a teus irmãos sem causa, e foste tu que tiraste as roupas dos nus.
3É útil ao Todo-Poderoso que sejas justo? Ganha ele alguma coisa se teus caminhos forem perfeitos?
4Por acaso ele te repreende [e] vem contigo a juízo por causa de teu temor [a ele] ?
6Se tu pecares, que [mal] farás contra ele? Se tuas transgressões se multiplicarem, que [mal] lhe farás?
7Se fores justo, que lhe darás? Ou o que ele receberá de tua mão?
8Tua perversidade [poderia afetar] a outro homem como tu; e tua justiça [poderia ser proveitosa] a [algum] filho do homem.
5São teus dias como os dias do ser humano, ou teus anos como os anos do homem,
6Para que investigues minha perversidade, e pesquises meu pecado?
22E quando disseres em teu coração: Por que estas coisas me aconteceram? [A resposta é] : Foi pela grandeza de tua maldade que tuas roupas foram descobertas, e foste violentada.
17Mas tu estás cheio do julgamento do perverso; o julgamento e a justiça te tomam.
18Por causa da furor, [guarda-te] para que não sejas seduzido pela riqueza, nem que um grande suborno te faça desviar.
15Por que gritas por causa de teu quebrantamento? Tua dor é incurável; [pois] pela grandeza de tua maldade, [e] pela multidão de teus pecados te fiz estas coisas.
3Por acaso a calamidade não é para o perverso, e o desastre para os que praticam injustiça?
5Por acaso ele manterá [sua ira] para sempre?Ele a guardará para sempre?Eis que [isto] tu falas, porém tu tens feito tantas maldades quanto pudeste.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
13Teus olhos são puros demais para veres o mal, e não podes observar a opressão; ora, por que olharias aos enganadores, e calarias quando o perverso devora ao mais justo que ele?
6Por acaso não era o teu temor [a Deus] a tua confiança, e a integridade dos teus caminhos tua esperança?
20Por acaso teria comunhão contigo o trono da maldade, que faz leis opressivas?
3Por que me fazes ver a injustiça, e vês a opressão? Pois assolação e violência estão em frente de mim, há brigas, e disputas se levantam.
23Quem lhe indica o seu caminho? Quem poderá lhe dizer: Cometeste maldade?
14Se alguma maldade houver em tua mão, lança-a de ti, e não deixes a injustiça habitar em tuas tendas;
10Não há ainda na casa do perverso riquezas da perversidade, e medida enganosamente menor, o que é abominável?
6E te fizesse saber os segredos da sabedoria, porque o verdadeiro conhecimento tem dois lados; por isso sabe tu que Deus tem te castigado menos que [mereces] por tua perversidade.
1Por que tu, homem poderoso, te orgulhas no mal? A bondade de Deus continua o dia todo.
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
3Se tu, SENHOR, considerares todas as perversidades, quem resistirá, Senhor?
2Pensas tu ser direito dizeres: Maior é a minha justiça do que a de Deus?
3Porque disseste: Para que ela te serve? [Ou] : Que proveito terei dela mais que meu pecado?
8[Sua sabedoria] é mais alta que os céus; que poderás tu fazer? E mais profunda que o mundo dos mortos; o que podes tu saber?
22O perverso será preso pelas suas [próprias] perversidades; e será detido pelas cordas de seu [próprio] pecado.
35E dizes: Sou inocente, pois certamente sua ira já se afastou de mim. Eis que eu disputarei em juízo contigo, porque disseste: Não tenho pecado.
12Pois sei que vossas transgressões são muitas e vossos pecados são grandes; afligis o justo, e recebeis suborno, e negam o direito dos necessitados na porta da cidade.
22Ainda que te laves com soda cáustica, e passes muito sabão sobre ti, teu pecado está marcado diante de mim, diz o Senhor DEUS.
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
11Pelo teu nome, SENHOR, perdoa a minha maldade, porque ela é grande.
16Mas Deus diz ao perverso: Para que tu recitas meus estatutos, e pões meu pacto em tua boca?
18Teu caminho e teus atos te causaram estas coisas; esta é tua maldade, tão amarga, que chega ao teu coração.
11Ou trevas, para que não vejas; e inundação de água te cobre.
5Visto que vos exaltais contra mim, e contra mim usais minha desgraça,
17Cansais ao SENHOR com vossas palavras. E ainda dizeis: Em que nós [o] cansamos? Quando dizeis: Qualquer um que faz o mal é bom aos olhos ao SENHOR, que se agrada deles; ou: Onde está o Deus do juízo?
28Porque dizeis: Onde está a casa do príncipe?, e: Onde está tenda das moradas dos perversos?
15Por acaso deste atenção para o velho caminho que pisaram os homens injustos?
25Vossas perversidades têm desviado estas coisas; e vossos pecados afastaram de vós o bem.
3[Parece] -te bem que [me] oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?
6Por acaso todos estes não levantarão um insulto e provérbios de ridicularizações contra ele? E dirão: Ai daquele que acumula o que não era seu, e daquele de se enriquece por meio de extorsão! Até quando?
16Quanto menos o homem, abominável e corrupto, que bebe a maldade como água?
12Suborno receberam em ti para derramarem sangue; juros e lucro tomaste, e exploraste gananciosamente o teu próximo, oprimindo-o; e esqueceste de mim, diz o Senhor DEUS.
3Por acaso Deus perverteria o direito, ou o Todo-Poderoso perverteria a justiça?
11Por acaso as consolações de Deus te são poucas? As mansas palavras voltadas a ti?
17Mas teus olhos e teu coração não são [para outra coisa] , a não ser para tua ganância, para derramar sangue inocente, e para praticar opressão e violência.