Jó 11:14
Se alguma maldade houver em tua mão, lança-a de ti, e não deixes a injustiça habitar em tuas tendas;
Se alguma maldade houver em tua mão, lança-a de ti, e não deixes a injustiça habitar em tuas tendas;
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23Se te converteres ao Todo-Poderoso, serás edificado; se afastares a maldade de tua tenda,
13Se tu preparares o teu coração, e estenderes a ele tuas mãos;
15Então levantarás teu rosto sem mácula; estarás firme, e não temerás;
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
11A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos corretos florescerá.
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
14Tu investigarás, e buscarás, e preguntarás com empenho; e se parecer verdade, coisa certo, que tal abominação se fez em meio de ti,
14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.
16Lavai-vos! Purificai-vos! Tirai a maldade de vossas atitudes perante meus olhos; parai de fazer maldades.
15Tu, perverso, não espies a habitação do justo, nem assoles seu quarto;
21Guarda-te, e não te voltes para a maldade; pois por isto que tens sido testado com miséria.
5[Ou] não será por causa de tua grande malícia, e de tuas maldades que não têm fim?
13Teus olhos são puros demais para veres o mal, e não podes observar a opressão; ora, por que olharias aos enganadores, e calarias quando o perverso devora ao mais justo que ele?
3Porque o cetro da maldade não repousará sobre a sorte dos justos, para que os justos não estendam suas mãos à perversidade.
3Se tu, SENHOR, considerares todas as perversidades, quem resistirá, Senhor?
4Porque tu não [és] Deus que tens prazer na maldade; contigo não habitará o mau.
25Vossas perversidades têm desviado estas coisas; e vossos pecados afastaram de vós o bem.
21Afasta tua mão de sobre mim, e teu terror não me espante.
2Na verdade vós praticais perversidades em [vosso] coração; sobre a terra pesais a violência de vossas mãos.
13Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios sairá a impiedade: assim que minha mão não será contra ti.
27Conta como maldade a maldade deles; e não sejam eles agraciados por tua justiça.
6Se tu pecares, que [mal] farás contra ele? Se tuas transgressões se multiplicarem, que [mal] lhe farás?
3[Parece] -te bem que [me] oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?
6Se fores puro e correto, certamente logo ele se levantará em teu favor, e restaurará a morada de tua justiça.
24E saberás que há paz em tua tenda; e visitarás tua habitação, e não falharás.
3Vós que pensais estar distante o dia mau, e aproximais o assento da violência;
9Esconde tua face de meus pecados, e desfaz todas as minhas perversidades.
9Quando saíres a campanha contra teus inimigos, guarda-te de toda coisa má.
5Mas se verdadeiramente melhorardes vossos caminhos e vossas obras; se verdadeiramente fizerdes justiça entre o homem e seu próximo;
6E não oprimirdes ao estrangeiro que peregrina entre vós, ao órfão, e à viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem seguirdes deuses estrangeiros para vosso mal;
3Não me jogues fora com os perversos, nem com os praticantes da maldade, que falam de paz com sem próximo, porém [há] o mal no coração deles.
11Não venha sobre mim o pé dos arrogantes, e que a não dos perversos não me mova.
4Aquele que é limpo de mãos, e puro de coração, que não entrega sua alma para as coisas vãs, nem jura enganosamente.
20Por acaso teria comunhão contigo o trono da maldade, que faz leis opressivas?
16Eis que sua prosperidade não se deve às mãos deles. Longe de mim esteja o conselho dos perversos!
4Se teus filhos pecaram contra ele, ele também os entregou ao castigo por sua transgressão.
18Se eu tivesse dado valor para a maldade em meu coração, o Senhor não teria [me] ouvido.
5Tira o perverso de diante do rei, e seu trono se firmará com justiça.
3Perversidades têm me dominado, [porém] tu tiras a culpa de nossas transgressões.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
6Com misericórdia e fidelidade a perversidade é reconciliada; e com o temor ao SENHOR se desvia do mal.
9Ai daquele que obtém [riquezas] para sua casa por meios malignos, para pôr no alto seu ninho, para tentar se livrar do poder da calamidade.
18Sendo ele o que havia enchido suas casas de bens. Seja, porém, longe de mim o conselho dos perversos.
10Não há ainda na casa do perverso riquezas da perversidade, e medida enganosamente menor, o que é abominável?
22Não há trevas nem sombra de morte em que os que praticam maldade possam se esconder.
6Não permitas a tua boca, que faça a tua carne pecar; nem digas perante a face do mensageiro, que foi um erro; porque [farias] irar a Deus tanto com tua voz, [a ponto] dele destruir a obra de tuas mãos?
14Não entres pela vereda dos perversos, nem andes pelo caminho dos maus.
13Mas Deus julga aos que estão de fora. Tirai pois dentre vós a este maligno.
2Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não considera a maldade, e em cujo espírito não há engano.
27Afasta-te do mal, e faze o bem; e faça sua habitação eterna.