Jó 9:21
Mesmo se eu for inocente, não estimo minha alma; desprezo minha vida.
Mesmo se eu for inocente, não estimo minha alma; desprezo minha vida.
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19Quanto às forças, eis que ele é forte; e quanto ao juízo, [ele diria] : Quem me convocará?
20Ainda que eu seja justo, minha boca me condenaria; se eu fosse inocente, então ela me declararia perverso.
22É tudo a mesma coisa; por isso digo: ele consome ao inocente e ao perverso.
27Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?
30Ainda que me lave com água de neve, e limpe minhas mãos com sabão,
31Então me submergirias no fosso, e minhas próprias vestes me abominariam.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.
15Se eu for perverso, ai de mim! Mesmo se eu for justo, não levantarei minha cabeça; estou farto de desonra, e de ver minha aflição.
15A ele, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; a meu juiz pediria misericórdia.
35[Então] eu falaria, e não teria medo dele. Pois não está sendo assim comigo.
9Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
9[Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.
24E fui íntegro para com ele, E guardei-me de minha iniquidade.
9Quem poderá dizer: “Purifiquei meu coração; estou limpo de meu pecado”?
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.
6Por isso [me] abomino, e me arrependo no pó e na cinza.
23Mas eu fui fiel com ele; e tomei cuidado contra minha maldade.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
6Pese-me ele em balanças justas, e Deus saberá minha integridade.
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
5Nunca aconteça que eu diga que vós estais certos; até eu morrer nunca tirarei de mim minha integridade.
6Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
2Na verdade sei que é assim; mas como pode o ser humano ser justo diante de Deus?
4Mesmo se eu tiver errado, meu erro cabe apenas a mim.
5Visto que vos exaltais contra mim, e contra mim usais minha desgraça,
19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre [materno] seria levado à sepultura.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
32Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?
16Quando tentei entender, isto me pareceu trabalhoso.
23Examina-me, Deus, e conhece meu coração; prova-me, e conhece meus pensamentos.
7Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que [me] livre de tua mão.
11Eis que ele passa diante de mim, sem que eu não o veja; ele passará diante de mim, sem que eu saiba.
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.
2No caminho correto eu meditarei; [mas] quando virás a mim? Em sinceridade de meu coração andarei dentro de minha casa.
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
23Tudo isto investiguei com sabedoria. Eu disse: Terei para mim mais sabedoria;porém ela ficava [ainda] mais longe de mim.
3[Tu dizes] : Quem é esse que obscurece o conselho sem conhecimento? Por isso eu falei do que não entendia; coisas que eram maravilhosas demais para mim, e eu não as conhecia.