Jó 9:27
Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
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20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.
9Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
18Até meu consolo está em tristeza; meu coração desfalece em mim.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
5Porém eu vos confortaria com minha boca, e a consolação de meus lábios serviria para aliviar.
6Ainda que eu fale, minha dor não cessa; e se eu me calar, em que me alivio?
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
13Quando eu digo: Minha cama me consolará; meu leito aliviará minhas queixa,
17E afastou minha alma da paz, fez-me esquecer da boa vida.
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.
15Se eu for perverso, ai de mim! Mesmo se eu for justo, não levantarei minha cabeça; estou farto de desonra, e de ver minha aflição.
15Que direi? Tal como ele me falou, assim fez; passarei lentamente por todos os meus anos, por causa da amargura de minha alma.
9Direi a Deus, minha rocha: Por que tu te esqueces de mim? Por que eu ando em sofrimento pela opressão do inimigo?
17Porque eu estou prestes a ficar como manco, e minha dor está continuamente perante mim.
18Por isso eu [te] conto minha maldade; estou aflito por causa do meu pecado.
16E esquecerás teu sofrimento, [ou] lembrarás dele como de águas que já passaram;
13Calai-vos diante de mim, e eu falarei; e venha sobre mim o que vier.
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.
19Quanto às forças, eis que ele é forte; e quanto ao juízo, [ele diria] : Quem me convocará?
2Eu fiquei calado, nada falei de bom; e minha dor se agravou.
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
3Eu ficava me lembrando de Deus, e gemendo; ficava pensativo, e meu espírito desfalecia. (Selá)
24Se eu me ria com eles, não acreditavam; e não desfaziam a luz de meu rosto.
2Até hoje minha queixa é uma amargura; a mão [de Deus] sobre mim é mais pesada que meu gemido.
35[Então] eu falaria, e não teria medo dele. Pois não está sendo assim comigo.
10Então eu disse: Esta é a minha dor: os anos em que a mão do Altíssimo [agia] .
21Eles me ouvem gemendo, [porém] não tenho consolador. Todos meus inimigos, quando ouvem minha aflição se alegram, pois tu o fizeste. Quando tu trouxeres o dia que anunciaste, eles serão como eu.
11Se eu dissesse: Certamente as trevas me encobrirão; e a luz ao redor de mim [será como] a noite.
4Para que meu inimigo não diga: Eu o venci;e meus inimigos se alegrem, se eu vier a cair.
15Se eu tivesse dito [isto] , eu falaria desse jeito; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
19Quando minhas preocupações se multiplicavam dentro de mim, teus consolos confortaram a minha alma.
5Visto que vos exaltais contra mim, e contra mim usais minha desgraça,
32Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?
21Isto guardarei na memória em meu coração, por isso terei esperança:
6Então eu digo: Ah, quem me dera se eu tivesse asas como uma pomba! Eu voaria, e pousaria.
7Em tua bondade eu me alegrarei e ficarei cheio de alegria, porque tu viste minha situação miserável; tu reconheceste as angústias de minha alma.
8Porém eu buscaria a Deus, e a ele confiaria minha causa;
33Se encobri minhas transgressões como as pessoas [fazem] , escondendo meu delito em meu seio;
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.