Jó 31:33
Se encobri minhas transgressões como as pessoas [fazem] , escondendo meu delito em meu seio;
Se encobri minhas transgressões como as pessoas [fazem] , escondendo meu delito em meu seio;
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34Porque eu tinha medo da grande multidão, e o desprezo das famílias me atemorizou; então me calei, e não saí da porta:
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
17Minha transgressão estaria selada numa bolsa, e tu encobririas minhas perversidades.
10E ele respondeu: Ouvi tua voz no jardim, e tive medo, porque estava nu; e me escondi.
31Por que [não tão somente] se diz: Suportei [teu castigo] não farei mais o que é errado;
32Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?
5Eu reconheci meu pecado a ti, e não escondi minha maldade. Eu disse: Confessarei ao SENHOR minhas transgressões;E tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá)
15Se eu tivesse dito [isto] , eu falaria desse jeito; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
13Porém estas coisas escondeste em teu coração; eu sei que isto esteve contigo:
14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.
15Se eu for perverso, ai de mim! Mesmo se eu for justo, não levantarei minha cabeça; estou farto de desonra, e de ver minha aflição.
9Esconde tua face de meus pecados, e desfaz todas as minhas perversidades.
5Se eu andei com falsidade, e se meu pé se apressou para o engano,
27E meu coração se deixou enganar em segredo, e minha boca beijou minha mão,
28Isto também seria um delito [a ser sentenciado por] juiz; porque teria negado ao Deus de cima.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
30Sendo que nem deixei minha boca pecar, desejando sua morte com maldição,
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
3Porque eu reconheço minhas transgressões, e meu pecado está continuamente diante de mim.
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
9Se foi meu coração se deixou seduzir por [alguma] mulher, ou se estive espreitei à porta de meu próximo,
27Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
13Quem encobre suas transgressões nunca prosperará, mas aquele que as confessa e [as] abandona alcançará misericórdia.
23Quantas culpas e pecados eu tenho? Faze-me saber minha transgressão e meu pecado.
24Por que escondes teu rosto, e me consideras teu inimigo?
9[Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.
32O estrangeiro não passava a noite na rua; eu abria minhas portas ao viajante.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
18Por isso eu [te] conto minha maldade; estou aflito por causa do meu pecado.
3Enquanto fiquei calado, meus ossos ficaram cada vez mais fracos com meu gemido pelo dia todo.
3[Tu dizes] : Quem é esse que obscurece o conselho sem conhecimento? Por isso eu falei do que não entendia; coisas que eram maravilhosas demais para mim, e eu não as conhecia.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
20Somente duas coisas não faças comigo; então eu não me esconderei de teu rosto:
27Ele olhará para as pessoas, e dirá: Pequei, e perverti o [que era] correto, o que de nada me aproveitou.
23Mas eu fui fiel com ele; e tomei cuidado contra minha maldade.
1Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, cujo pecado é encoberto.
19Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
24E fui íntegro para com ele, E guardei-me de minha iniquidade.
4Mesmo se eu tiver errado, meu erro cabe apenas a mim.
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
14Se alguma maldade houver em tua mão, lança-a de ti, e não deixes a injustiça habitar em tuas tendas;
17Pela maldade de sua cobiça eu me indignei, e o feri; eu me escondi, e me indignei; porém ele se rebelou seguindo o caminho de seu coração.
11Se eu dissesse: Certamente as trevas me encobrirão; e a luz ao redor de mim [será como] a noite.
15Costurei saco sobre minha pele, e revolvi minha cabeça no pó.
20No esconderijo de tua presença tu os escondes das arrogâncias dos homens; em [tua] tenda tu os encobres da rivalidade das línguas.
17Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.
13Mas eu, quando ficavam doentes, minha roupa [era] de saco; eu afligia a minha alma com jejuns, e minha oração voltava ao meu seio.
12Porque não [é] um inimigo o que me insulta, pois [se fosse] eu o suportaria; nem é alguém que me odeia o que se engrandece contra mim, pois [se fosse] eu me esconderia dele.