Jó 31:19
Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
Se eu vi alguém morrer por falta de roupa, e o necessitado sem algo que o cobrisse,
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20Se sua cintura não me bendisse, quando ele se esquentava com as peles de meus cordeiros;
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
22Que minha escápula caia do meu ombro, e meu braço se quebre de sua articulação.
16Se eu neguei aos pobres o que eles desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva;
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
18(Porque desde a minha juventude cresceu comigo como [se eu fosse seu pai] , e desde o ventre de minha mãe guiei [a viúva] );
25Por acaso eu não chorei pelo que estava em dificuldade, [e] minha alma não se angustiou pelo necessitado?
11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
12Porque eu livrava ao pobre que clamava, e ao órfão que não tinha quem o ajudasse.
13A bênção do que estava a ponto de morrer vinha sobre mim; e eu fazia o coração da viúva ter grande alegria.
14Vestia-me de justiça, e ela me envolvia; e meu juízo era como um manto e um turbante.
15Eu era olhos para o cego, e pés para o manco.
16Aos necessitados eu era pai; e a causa que eu não sabia, investigava com empenho.
16Nem oprimir a ninguém; nem retiver o penhor, nem cometer roubos; der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
15E se um irmão ou uma irmã estiverem nus, e estiverem tendo falta do alimento diário,
38Se minha terra clamar contra mim, e seus sulcos juntamente chorarem;
39Se comi seus frutos sem [pagar] dinheiro, ou fiz expirar a alma de seus donos;
27Porque somente aquilo é sua coberta, é aquela a roupa para cobrir suas carnes, no que há de dormir: e será que quando ele a mim clamar, eu então lhe ouvirei, porque sou misericordioso.
7E a ninguém oprimir; devolver ao devedor o seu penhor, não cometer roubo, der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
7Passam a noite nus, por falta de roupa; sem terem coberta contra o frio.
8Pelas correntes das montanhas são molhados e, não tendo abrigo, abraçam-se às rochas.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
10Ao nus fazem andar sem vestes, e fazem os famintos carregarem feixes.
38Estes vinte anos estive contigo; tuas ovelhas e tuas cabras nunca abortaram, nem eu comi carneiro de tuas ovelhas.
39Nunca te trouxe o arrebatado pelas feras; eu pagava o dano; o furtado tanto de dia como de noite, de minha mão o exigias.
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
25Eu já fui jovem, e já envelheci; mas nunca vi o justo desamparado, nem a sua semente a pedir pão.
6Porque tomaste penhor a teus irmãos sem causa, e foste tu que tiraste as roupas dos nus.
20Ela estende sua mão ao aflito, e estica os braços aos necessitados.
21Ela não terá medo da neve por sua casa, pois todos os de sua casa estão agasalhados.
33Se encobri minhas transgressões como as pessoas [fazem] , escondendo meu delito em meu seio;
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
7Por acaso não é [também] que repartas teu pão com o faminto, e aos pobres desamparados recolhas em casa, [e] vendo ao nu, que o cubras, e não te escondas de tua carne?
28E um saiu de minha presença, e penso certamente que foi despedaçado, e até agora não o vi;
29E se tomardes também este de diante de mim, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer minhas cãs com dor ao mundo dos mortos.
13Se desprezei o direito de meu servo ou de minha serva quando eles reclamaram comigo,
31Se a gente da minha casa nunca tivesse dito: Quem não se satisfez da carne dada por ele?
3Mas o pobre não tinha mais que uma só cordeira, que ele havia comprado e criado, e que havia crescido com ele e com seus filhos juntamente, comendo de seu bocado, e bebendo de seu vaso, e dormindo em seu fundo: e tinha-a como de uma vez filha.
29Se eu me alegrei da desgraça daquele que me odiava, e me agradei quando o mal o encontrou,
38E quando te vimos forasteiro, e [te] acolhemos, ou nu, e te vestimos?
26Se olhei para o sol quando brilhava, e à lua quando estava bela,
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
16Ou [por que] não fui como um aborto oculto, como as crianças que nunca viram a luz?
14Eu agia [para com eles] como [para] um amigo [ou] irmão meu; eu andava encurvado, como que de luto pela mãe.
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
18Como geme o gado! As manadas dos vacas estão confusas, porque não têm pasto! Os rebanhos das ovelhas estão desolados.
9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
11Deixa teus órfãos, eu os criarei; e em mim confiarão tuas viúvas.
14Tu estás [o] vendo; porque tu olhas para o trabalho e o cansaço, para o entregar em tuas mãos; em ti o pobre põe confiança; tu és o que ajuda ao órfão.
17Quem faz misericórdia ao pobre empresta ao SENHOR; e ele lhe pagará sua recompensa.