Jó 33:17
Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.
Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.
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18Para desviar a sua alma da perdição, e sua vida de passar pela espada.
16Então o revela ao ouvido das pessoas, e os sela com advertências;
20No esconderijo de tua presença tu os escondes das arrogâncias dos homens; em [tua] tenda tu os encobres da rivalidade das línguas.
23A arrogância do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.
13Portanto não digais: Encontramos a sabedoria; que Deus o derrote, [e] não o homem.
4Pois aos corações deles tu encobriste do entendimento; portanto não os exaltarás.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
4Porém tu destróis o temor, e menosprezas a oração diante de Deus.
35Perverter o direito do homem diante da presença do Altíssimo,
17Ele leva os conselheiros despojados, e faz os juízes enlouquecerem.
3A loucura do homem perverte seu caminho; e seu coração se ira contra o SENHOR.
1Quem se isola busca seu [próprio] desejo; ele se volta contra toda sabedoria.
13Deus não reverterá sua ira, e debaixo dele se encurvam os assistentes de Raabe.
12Antes da ruína o coração humano é orgulhoso; e antes da honra [vem] a humildade.
33Se encobri minhas transgressões como as pessoas [fazem] , escondendo meu delito em meu seio;
13Esconde-os juntamente no pó; ata seus rostos no oculto.
20Ele tira a fala daqueles a quem os outros confiam, e tira o juízo dos anciãos.
10Se ele passar, e prender, ou se ajuntar [para o julgamento] , quem poderá o impedir?
11Pois ele conhece as pessoas vãs, e vê a maldade; por acaso ele não a consideraria?
18Antes da destruição vem a arrogância, e antes da queda vem a soberba de espírito.
7Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.
14Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,
28E disse ao homem: Eis que o temor ao Senhor é a sabedoria, e o desviar-se do mal [é] a inteligência.
2Porque ele é [tão] orgulhoso diante de seus olhos [que não] achar [nem] odiar sua própria maldade.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
29E se ele ficar quieto, quem [o] condenará? Se ele esconder o rosto, quem o olhará? [Ele está] quer sobre um povo, quer sobre um único ser humano,
10Entra nas rochas, e esconde-te no pó, por causa da temível presença do SENHOR, e da glória de sua majestade.
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
11A prudência do homem retém sua ira; e sua glória é ignorar a ofensa.
30Ele fecha seus olhos para imaginar perversidades; ele aperta os lábios para praticar o mal.
34Ele vê tudo que é alto; ele é rei sobre todos os filhos dos animais soberbos.
12O prudente vê o mal, [e] se esconde; [mas] os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências.
3O prudente vê o mal, e se esconde; mas os ingênuos passam e sofrem as consequências.
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
31Não confie ele na ilusão para ser enganado; pois a sua recompensa será nada.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
23[E também] ao homem cujo caminho é oculto, e a quem Deus [o] encobriu?
9Porque disse: De nada aproveita ao homem agradar-se em Deus.
11Ele tapa os rios desde suas nascentes, e faz o oculto sair para a luz.
8Ouviste tu o segredo de Deus? Reténs tu [apenas] contigo a sabedoria?
6Desvia-te dele, para que ele tenha repouso; até que, como o empregado, complete seu dia.
7Os seus passos fortes serão encurtados, e seu [próprio] intento o derrubará.
2É glória de Deus encobrir alguma coisa; mas a glória dos Reis é investigá-la.
23O homem prudente é discreto em conhecimento; mas o coração dos tolos proclama a loucura.
15E dos perversos é desviada sua luz, e o braço erguido é quebrado.
3A arrogância de teu coração te enganou, tu que habitas nas fendas das rochas, em teu alta morada; que dizes em teu coração: Quem me derrubará ao chão?
2Quando vem a arrogância, vem também a desonra; mas com os humildes [está] a sabedoria.
28[Porém] Deus livrou minha alma para que eu não passasse à cova, e [agora] minha vida vê a luz!
22[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
25O temor do homem arma ciladas; mas o que confia no senhor ficará em segurança.