Jó 14:6
Desvia-te dele, para que ele tenha repouso; até que, como o empregado, complete seu dia.
Desvia-te dele, para que ele tenha repouso; até que, como o empregado, complete seu dia.
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5Visto que seus dias já estão determinados, e contigo está o número de seus meses, tu lhe puseste limites, [dos quais] ele não passará.
1Por acaso o ser humano não tem um trabalho duro sobre a terra, e não são seus dias como os dias de um assalariado?
2Como o servo suspira pela sombra, e como o assalariado espera por seu pagamento,
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
23Se ele lhes dá descanso, nisso confiam; [mas] os olhos de [Deus] estão [postos] nos caminhos deles.
5[Alguém] que nunca tivesse visto o sol, nem [o] conhecido, teria mais descanso do que ele.
7Porque há [ainda] alguma esperança para a árvore que, se cortada, ainda se renove, e seus renovos não cessem.
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
13Para tu lhe dares descanso dos dias de aflição, até que seja cavada a cova para o perverso.
12Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, eles não despertarão, nem se erguerão de seu sono.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
29Ele não enriquecerá, nem seu patrimônio subsistirá, nem suas riquezas se estenderão pela terra.
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
8Como um sonho voará, e não será achado; e será afugentado como a visão noturna.
9O olho que já o viu nunca mais o verá; nem seu lugar olhará mais para ele.
10Nunca mais voltará à sua casa, nem seu lugar o conhecerá.
9Eis que a esperança de alguém [de vencê-lo] falhará; pois, apenas ao vê-lo será derrubado.
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
17Ali os maus deixam de perturbar, e ali repousam os cansados de forças.
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
32Não sendo ainda seu tempo, ela se cumprirá; e seu ramo não florescerá.
25Sua carne se rejuvenescerá mais do que era na infância, [e] voltará aos dias de sua juventude.
26Ele orará a Deus, que se agradará dele; e verá sua face com júbilo, porque ele restituirá ao ser humano sua justiça.
7Descansa-te no SENHOR, e espera por ele; não te irrites contra aquele cujo caminho prospera, [nem] com o homem que planeja maldades.
13Tu, porém, caminha até o fim; porque repousarás, e ressuscitarás em tua herança no fim dos dias.
13Porém se ele está decidido, quem poderá o desviar? O que sua alma quiser, isso fará.
14Pois ele cumprirá o que está determinado para mim; ele [ainda] tem muitas coisas como estas consigo.
23Porque todos os seus dias são dores, e aflição [é] sua rotina; até de noite seu coração não descansa; também isto é inútil.
11Porque ele paga ao ser humano [conforme] sua obra, e faz a cada um conforme o seu caminho.
32Finalmente ele é levado à sepultura, e no túmulo fazem vigilância.
10Pois aquele que entrou no seu repouso também repousou das suas obras, assim como Deus das suas.
11Seus ossos estão cheios de sua juventude, que juntamente com ele se deitará no pó.
20Sempre prevaleces contra ele, e ele passa; tu mudas o aspecto de seu rosto, e o despedes.
16Por debaixo suas raízes se secarão, e por cima seus ramos serão cortados.
17Sua memória perecerá da terra, e não terá nome pelas ruas.
18Será lançado da luz para as trevas, e expulso será do mundo.
41Então sairá de tua presença, ele e seus filhos consigo, e voltará à sua família, e à possessão de seus pais se restituirá.
22[Portanto] deixai d [e confiar n] o homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?
23Então o homem sai para seu trabalho e sua obra até o entardecer.
17Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.
18Para desviar a sua alma da perdição, e sua vida de passar pela espada.
18Se lhe arrancarem de seu lugar, este o negará, [dizendo] : Nunca te vi.
19Eis que este é o prazer de seu caminho; e do solo outros brotarão.
21Seis dias trabalharás, mas no sétimo dia cessarás: cessarás ainda na arada e na colheita.
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
6A luz se escurecerá em sua tenda, e sua lâmpada sobre ele se apagará.
23Anda vagueando por comida, onde quer que ela esteja. Ele sabe que o dia das trevas está prestes a acontecer.