Jó 33:16
Então o revela ao ouvido das pessoas, e os sela com advertências;
Então o revela ao ouvido das pessoas, e os sela com advertências;
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14Contudo Deus fala uma ou duas vezes, ainda que [o ser humano] não entenda.
15Em sonho [ou em] visão noturna, quando o sono profundo cai sobre as pessoas, [e] adormecem na cama.
9Então ele lhes faz saber as obras que fizeram, e suas transgressões, das quais se orgulharam.
10E revela a seus ouvidos, para que sejam disciplinados; e lhes diz, para que se convertam da maldade.
17Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.
3E os olhos dos que vem não se ofuscarão; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
7Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.
10Pois o SENHOR derramou sobre vós espírito de sono profundo; ele fechou vossos olhos (os profetas), e cobriu vossos cabeças (os videntes).
11E toda visão vos será como as palavras de um livro selado que, quando se dá a um letrado, dizendo: Lê isto, por favor;Esse dirá: Não posso, porque está selado.
20Tu vês muitas coisas, porém não as guardas; mesmo abrindo os ouvidos, contudo nada ouve.
15Ele livra o aflito de sua aflição, e na opressão ele revela a seus ouvidos.
12Uma palavra me foi dita em segredo, e meu ouvidos escutaram um sussurro dela.
13Em imaginações de visões noturnas, quando o sono profundo cai sobre os homens,
16Se pois há [em ti] entendimento, ouve isto: dá ouvidos ao som de minhas palavras.
23Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
9Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
15E tomou sua parábola, e disse: Disse Balaão filho de Beor, Disse o homem de olhos abertos:
16Disse o que ouviu os ditos do SENHOR, E o que sabe o conhecimento do Altíssimo, o que viu a visão do Todo-Poderoso; caído, mas abertos os olhos:
30Ele fecha seus olhos para imaginar perversidades; ele aperta os lábios para praticar o mal.
26Pois seu Deus o ensina, instruindo sobre o que se deve fazer.
18E naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro; e os olhos dos cegos desde a escuridão e desde as trevas as verão.
12Aplica teu coração à disciplina, e teus ouvidos às palavras de conhecimento.
5Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão.
2Abrirei minha boca em parábolas; falarei mistérios dos tempos antigos,
17Ouvi com atenção minhas palavras, e com vossos ouvidos minha declaração.
16Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
8Ouviste tu o segredo de Deus? Reténs tu [apenas] contigo a sabedoria?
9E disse-lhes : Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
33E se não, escuta-me; cala-te, e eu ensinarei sabedoria.
14Eis que o que ele derruba não pode ser reconstruído; e ninguém pode libertar o homem a quem ele aprisiona.
4Disse o que ouviu os ditos de Deus, O que viu a visão do Todo-Poderoso; caído, mas abertos os olhos:
5O Senhor DEUS abriu os meus ouvidos, e não sou rebelde; nem me viro para trás.
31Os ouvidos que escutam a repreensão da vida habitarão entre os sábios.
2Para fazeres teus ouvidos darem atenção à sabedoria, [e] inclinares teu coração à inteligência;
10Faze o coração deste povo se encher de gordura, e os ouvidos deles ficarem pesados, para que não vejam com seus olhos, nem ouçam com seus ouvidos, nem entendam com seus corações, e [assim] não se convertam, nem eu os cure.
17Têm ouvidos, mas não ouvem; não têm respiração em sua boca.
31Presta atenção, Jó, e ouve-me; cala-te, e eu falarei.
17Inclina teu ouvido e escuta as palavras dos sábios; dispõe teu coração ao meu conhecimento;
23Inclinai os ouvidos, e ouvi minha voz; prestai atenção, e ouvi o que eu digo.
21Ouvi agora isto, ó povo tolo e insensato, que têm olhos e não veem, que têm ouvidos e não ouvem:
5O sábio ouvirá, e crescerá em conhecimento; o bom entendedor obterá sábios conselhos.
13Mas eu [estou] como o surdo, não ouço; e como o mudo, [que] não abre sua boca.
14E eu estou como um homem que não ouve, e cuja boca não [pode responder] com repreensões.
15Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
2Ouvi, vós sábios, minhas palavras; e vós, inteligentes, dai-me ouvidos.
1Escutai, céus, e falarei; E ouça a terra os ditos de minha boca.
4Inclinarei meus ouvidos a uma parábola; ao [tocar] da harpa declararei o meu enigma.
23O coração do sábio dá prudência à sua boca; e sobre seus lábios aumentará a instrução.
13Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.
16Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.