Jó 6:11
Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
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12É, por acaso, a minha força a força de pedras? Minha carne é de bronze?
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
8Ah se meu pedido fosse realizado, e se Deus [me] desse o que espero!
9Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
15Onde pois estaria agora minha esperança? E minha esperança quem a poderá ver?
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre [materno] seria levado à sepultura.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
18Então eu disse: Pereceram minha força e minha esperança no SENHOR.
6Meus dias são mais rápidos que a lançadeira do tecelão, e perecem sem esperança.
7Lembra-te que minha vida é um sopro; meus olhos não voltarão a ver o bem.
7E agora, SENHOR, o que eu espero? Minha esperança [está] em ti.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
17O que é o ser humano, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele teu coração,
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?
10Porque minha vida foi destruída pela aflição, e meus anos pelos suspiros; minha força descaiu por minha maldade; e meus ossos se enfraqueceram.
2De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
5Eis que a palmos tu ordenaste os meus dias, e o tempo de minha vida [é] como nada diante de ti; pois todo homem que existe [é] um nada. (Selá)
47Lembra-te de que curta é minha vida; por que criarias em vão todos os filhos dos homens?
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
6Por acaso ele brigaria comigo com seu grande poder? Não, pelo contrário, ele me daria atenção.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
11Porque quanto mais palavras há, mais elas se tornam inúteis; e que proveito tem homem [com elas] ?
29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?
19Quanto às forças, eis que ele é forte; e quanto ao juízo, [ele diria] : Quem me convocará?
23Ele abateu minha força no caminho; abreviou os meus dias.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
18Até meu consolo está em tristeza; meu coração desfalece em mim.
13Não prestes atenção em mim [em tua ira] , antes que eu vá, e pereça.
6Ainda que eu fale, minha dor não cessa; e se eu me calar, em que me alivio?
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.
20Se pequei, o eu que te fiz, ó Guarda dos homens? Por que me fizeste de alvo de dardos, para que eu seja pesado para mim mesmo?
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
6Por acaso não era o teu temor [a Deus] a tua confiança, e a integridade dos teus caminhos tua esperança?
2Oh se pesassem justamente minha aflição, e meu tormento juntamente fosse posto em uma balança!
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
5São teus dias como os dias do ser humano, ou teus anos como os anos do homem,
9Eis que a esperança de alguém [de vencê-lo] falhará; pois, apenas ao vê-lo será derrubado.
27Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
12Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?