Salmos 73:4
Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.
Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.
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5Não são tão oprimidos como o homem comum, nem são afligidos como os outros homens;
6Por isso eles são rodeados de arrogância como um colar; estão cobertos de violência como [se fosse] um vestido.
7Seus olhos incham de gordura; são excessivos os desejos do coração deles.
20Desde a manhã até a tarde são despedaçados, e perecem sempre, sem que ninguém perceba.
21Por acaso sua excelência não se perde com eles mesmos? Eles morrem sem sabedoria.
23Alguém morre na sua força plena, estando todo tranquilo e próspero,
7Por que razão os perversos vivem, envelhecem, e ainda crescem em poder?
8Seus filhos progridem com eles diante de seus rostos; e seus descendentes diante de seus olhos.
9Suas casas têm paz, sem temor, e a vara de Deus não está contra eles.
12Eis que estes [são] perversos, sempre estão confortáveis e aumentam seus bens.
13Em prosperidade gastam seus dias, e em um momento descem ao mundo dos mortos.
22Mas [Deus] arranca aos poderosos com seu poder; [quando] Deus se levanta, não há vida segura.
23Se ele lhes dá descanso, nisso confiam; [mas] os olhos de [Deus] estão [postos] nos caminhos deles.
22A força habita em seu pescoço; diante dele salta-se de medo.
23As dobras de sua carne estão apegadas [entre si] ; cada uma está firme nele, e não podem ser movidas.
8Não há homem nenhum que tenha domínio sobre o espírito, para reter ao espírito; nem [tem] domínio sobre dia da morte, nem meios de escapar d [esta] guerra; nem a perversidade livrará a seus donos.
3Porque eu tinha inveja dos arrogantes, quando via a prosperidade dos perversos.
4Nenhum proveito terá a riqueza no dia da ira; mas a justiça livrará da morte.
14A alma deles morrerá em sua juventude, e sua vida entre os pervertidos.
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
32Por sua malícia, o perverso é excluído; porém o justo [até] em sua morte mantém a confiança.
20Em um momento morrem; e à meia noite os povos são sacudidos, e passam; e o poderoso será tomado sem ação humana.
9Para que viva para sempre, nem veja a corrupção [da morte] .
10Porque se vê que os sábios morrem, assim como o tolo e o bruto perecem; e deixam seus bens a outros.
11Dentro de si [pensam] que suas casas durarão eternamente, [e] suas habitações [continuarão] de geração em geração; chamam as terras pelos seus nomes.
12Mas o homem que orgulha de si mesmo não permanece; ele é semelhante aos animais, que perecem.
13Este caminho deles é a sua loucura; mas seus descendentes se agradam de suas palavras. (Selá)
14Assim como ovelhas, eles estão designados para o mundo dos mortos; a morte os apascentará; e os corretos os sujeitarão naquela manhã; e sua aparência será consumida no mundo dos mortos, [que será] a habitação deles.
17Ali os maus deixam de perturbar, e ali repousam os cansados de forças.
2De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
22Não há trevas nem sombra de morte em que os que praticam maldade possam se esconder.
7Eis aqui o homem que não pôs sua força em Deus, mas [preferiu] confiar a abundância de suas riquezas, e fortaleceu em sua maldade.
28Na vereda da justiça está a vida; e [no] caminho de seu percurso não há morte.
15Que a morte os tome de surpresa, [e] desçam ao mundo dos mortos [ainda] vivos; porque maldades há na morada deles, e no interior de cada um deles.
14De modo que o veloz não conseguirá escapar, nem o forte conseguirá usar de sua força, nem o guerreiro livrará sua vida;
5Os ousados de coração foram despojados; dormiram seu sono; e dos homens valentes, nenhum encontrou [poder] em suas mãos.
21Que esperam a morte, e ela não chega, e que a buscam mais que tesouros;
22Que saltam de alegram e ficam contentes quando acham a sepultura?
16Eis que sua prosperidade não se deve às mãos deles. Longe de mim esteja o conselho dos perversos!
17Pois na sua morte, ele nada tomará [consigo] ; nem sua glória o seguirá descendo com ele.
1O justo perece, e ninguém há que pense nisso em seu coração; e os bons são levados, sem que ninguém dê atenção, que o justo é levado de diante do mal.
5Porque os vivos sabem que vão morrer; mas os mortos não sabem coisa alguma, nem também tem mais recompensa; pois a lembrança deles já foi esquecida.
6Ele diz em seu coração: Eu nunca serei abalado; porque de geração após geração nunca [sofrerei] mal algum.
18Certamente tu os fazes escorregarem, [e] os lança em assolações.
13Partes de sua pele serão consumidas; o primogênito da morte devorará os membros de seu corpo.
29Ele não enriquecerá, nem seu patrimônio subsistirá, nem suas riquezas se estenderão pela terra.
15Os que lhe restarem, pela praga serão sepultados; e suas viúvas não chorarão.
48Que homem vive, que não experimente a morte? Escaparia a alma dele do poder do mundo dos mortos? (Selá)
8E se estiverem presos em grilhões, e detidos com cordas de aflição,