Lamentações 4:4
Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
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3Até os chacais dão o peito para amamentar a seus filhotes; [porém] a filha de meu povo se tornou cruel, como os avestruzes no deserto.
5Os que comiam das melhores iguarias, [agora] desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam o lixo.
8Pelas correntes das montanhas são molhados e, não tendo abrigo, abraçam-se às rochas.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
10Ao nus fazem andar sem vestes, e fazem os famintos carregarem feixes.
5Os fartos se alugaram por pão: E cessaram os famintos: Até a estéril deu à luz sete, E a que tinha muitos filhos enfermou.
9Mais felizes foram os mortos pela espada do que os mortos pela fome; porque estes se abatem traspassados pela [falta] dos frutos do campo.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
14Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens.
15A sanguessuga tem duas filhas: “Dá” e “Dá”; estas três coisas nunca se fartam, e quatro nunca dizem “É o suficiente”:
16O mundo dos mortos, o ventre feminino estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito.
17Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão.
4Desviam do caminho aos necessitados; os pobres da terra juntos se escondem.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
9A quem ele ensinará o conhecimento? E a quem se explicará a mensagem? A bebês recém-desmamados de leite, tirados dos peitos?
7Não deste de beber água ao cansado, e negaste o pão ao faminto.
4E [lhes] darei garotos como seus príncipes, e rapazes dominarão sobre eles.
4Seus filhos estarão longe da salvação; na porta são despedaçados, e não há quem os livre.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
19Levanta-te, grita de noite, no começo das vigílias; derrama teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta tuas mãos a ele pela vida de tuas criancinhas, que desfalecem de fome nas entradas de todas as ruas.
41Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?
10E que seus filhos andem sem rumo, e mendiguem; e busquem [para si longe] de suas ruínas.
17Para que lhes falte o pão e o água, e se espantem uns aos outros, e se consumam em suas maldades.
57E para com sua criança que sai dentre seus pés, e para com seus filhos que der à luz; pois os comerá ocultamente, a falta de tudo, no cerco e em apuros com que teu inimigo te oprimirá em tuas cidades.
4Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.
4De quem fazeis piadas de escárnio? Contra quem alargais a boca, e colocais a língua para fora? Por acaso não sois filhos da transgressão, [e] descendentes da falsidade?
12Por que joelhos me receberam? E por que seios me amamentaram?
55Para não dar a algum deles da carne de seus filhos, que ele comerá, porque nada lhe haverá restado, no cerco e nos apuros com que teu inimigo te oprimirá em todas tuas cidades.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
5Tu os alimentas com pão de lágrimas, e lhes faz beber lágrimas com grande medida.
14Dá-lhes, SENHOR, o que lhes darás? Dá-lhes ventre que aborte, e seios sem leite.
8A criança que ainda mama brincará sobre a toca da serpente, e a que for desmamada porá sua mão na cova da víbora.
24Seus baldes estando cheios de leite, e o tutano de seus ossos umedecido.
11E que pai, dentre vós, a quem o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se também [lhe pedir] peixe, no lugar do peixe lhe dará uma serpente?
10O rugido do leão, a voz do leão feroz, e os dentes dos leões jovens são quebrantados.
9Que dá ao gado seu pasto; e [também] aos filhos dos corvos, quando clamam.
9E quem há dentre vós que, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra?
4Será que não têm conhecimento todos os que praticam a maldade? Eles devoram a meu povo [como se] comessem pão, [e] não clamam ao SENHOR.
17Porque comem pão da maldade, e bebem vinho de violências.
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
16Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.
14Se seus filhos se multiplicarem, serão para a espada; e seus descendentes não se fartarão de pão;
10Os filhos dos leões passam necessidades e têm fome; mas os que buscam ao SENHOR não têm falta de bem algum.
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
2Da boca das crianças, e dos que mamam, tu fundaste força, por causa de teus adversários, para fazer cessar ao inimigo e ao vingador.
17Os pobres e necessitados buscam águas, mas nada [acham] ; sua língua se seca de sede. Eu, o SENHOR, os ouvirei; eu, o Deus de Israel, não os desampararei.
29Naqueles dias nunca mais dirão: Os pais comeram uvas verdes, mas foram os dentes dos filhos que se estragaram.
29Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram.
20Se cortar à direita, ainda terá fome; e se comer da esquerda, ainda não se saciará; cada um comerá a carne de seu [próprio] braço.