Jó 38:41
Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?
Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?
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9Que dá ao gado seu pasto; e [também] aos filhos dos corvos, quando clamam.
38Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?
39Caçarás tu a presa para o leão? Ou saciarás a fome dos leões jovens,
40Quando estão agachados nas covas, [ou] estão à espreita no matagal?
24Considerai os corvos, que nem semeiam, nem ceifam; nem tem armazém, nem celeiro; e Deus os alimenta.
4E beberás do ribeiro; e eu ei mandado aos corvos que te deem ali de comer.
21Os filhos dos leões, rugindo pela presa, e para buscar de Deus sua comida.
14O milhafre, e o falcão a segundo sua espécie;
15Todo corvo segundo sua espécie;
6E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã, e pão e carne à tarde; e bebia do ribeiro.
13E o milhafre, e o abutre, e o falcão segundo sua espécie,
14E todo corvo segundo sua espécie,
17Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão.
10Os filhos dos leões passam necessidades e têm fome; mas os que buscam ao SENHOR não têm falta de bem algum.
14Como o grou, [ou] a andorinha, assim eu fazia barulho; [e] gemia como uma pomba; ao alto eu levantava meus olhos. Ó SENHOR, estou oprimido! Sê tu minha segurança!
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
15Andam de um lado para o outro por comida, e rosnam se não estiverem saciados.
26Por acaso é por tua inteligência que o gavião voa, [e] estende suas asas para o sul?
27Ou é por tua ordem que a água voa alto e põe seu ninho na altura?
11Que nos ensina mais que aos animais da terra, e nos faz sábios mais que as aves do céu?
4Rugirá o leão no bosque se não houver presa? Dará o leãozinho seu som desde sua cova, se nada tiver capturado?
30Seus filhotes sugam sangue; e onde houver cadáveres, ali ela está.
27Todos eles aguardam por ti, que [lhes] dês seu alimento a seu tempo [devido] .
11Como a água desperta sua ninhada, paira sobre seus passarinhos, Estende suas asas, os toma, os leva sobre suas penas:
13As azas da avestruz batem alegremente, mas são suas asas e penas como as da cegonha?
14Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,
2Contaste os meses que elas cumprem, e sabes o tempo de seu parto?
3Quando se encurvam, produzem seus filhos, [e] lançam de si suas dores.
4Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.
15Ali a coruja fará seu ninho e porá [ovos] , e tirará seus filhotes, e os recolherá debaixo de sua sombra; também ali os abutres se ajuntarão uns com os outros.
8Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento.
3Até o pardal acha casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha filhotes perto de teus altares, ó SENHOR dos exércitos, Rei meu e Deus meu.
26Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e contudo vosso Pai celestial as alimenta. Não sois vós muito mais importantes que elas?
3Minhas lágrimas têm sido [meu] alimento dia e noite, porque o dia todo me dizem: Onde [está] o teu Deus?
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
13Abriram contra mim suas bocas, [como] leão que despedaça e ruge.
7A ave de rapina não conhece essa vereda; os olhos do falcão não a viram.
20Pois os montes lhe produzem pasto; por isso todos os animais do campo ali se alegram.
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
17E o pelicano, e o gavião-pescador, e o corvo-marinho,
18Como geme o gado! As manadas dos vacas estão confusas, porque não têm pasto! Os rebanhos das ovelhas estão desolados.
12Junto a elas habitam as aves dos céus, que dão [sua] voz dentre os ramos.
33E os cadáveres deste povo serão para comida das aves dos céus e dos animais da terra; e ninguém os espantará.
7E enviou ao corvo, o qual saiu, e esteve indo e voltando até que as águas se secaram de sobre a terra.
28Assim fizeram com que viesse a ele o clamor do pobre, e ele ouvisse o clamor dos aflitos.
15Os olhos de todos esperam por ti, e tu lhes dás seu alimento ao seu tempo.
5Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
17Onde as aves fazem ninhos, e os pinheiros são as casas para as cegonhas.