Jó 6:5
Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
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5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
6E os asnos monteses se põem nos lugares altos, aspiram o vento como os chacais; seus olhos se enfraquecem, pois não há erva.
5Quem despediu livre ao asno montês? E quem ao asno selvagem soltou das ataduras?
6Ao qual eu dei a terra desabitada por casa, e a terra salgada por suas moradas.
7Ele zomba do tumulto da cidade; não ouve os gritos do condutor.
8A extensão dos montes é seu pasto; e busca tudo o que é verde.
9Por acaso o boi selvagem quererá te servir, ou ficará junto de tua manjedoura?
10Ou amarrarás ao boi selvagem com sua corda para o arado? Ou lavrará ele aos campos atrás de ti?
6Por acaso se come o insípido sem sal? Ou há gosto na clara do ovo?
18Como geme o gado! As manadas dos vacas estão confusas, porque não têm pasto! Os rebanhos das ovelhas estão desolados.
4Rugirá o leão no bosque se não houver presa? Dará o leãozinho seu som desde sua cova, se nada tiver capturado?
11Elas dão de beber a todos os animais do campo; os asnos selvagens matam a sede [com elas] .
1Sabes tu o tempo em que as cabras montesas dão filhotes? Ou observaste tu as cervas quando em trabalho de parto?
19És tu que dás força ao cavalo, ou que vestes seu pescoço com crina?
20Podes tu o espantar como a um gafanhoto? O sopro de suas narinas é terrível.
21Ele escarva a terra, alegra-se de sua força, [e] sai ao encontro das armas;
12Por acaso correm os cavalos pelos rochedos? Pode-se arar [ali] com bois? Porém vós pervertestes o juízo em veneno, e o fruto da justiça no amargo absinto.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
39Caçarás tu a presa para o leão? Ou saciarás a fome dos leões jovens,
40Quando estão agachados nas covas, [ou] estão à espreita no matagal?
15Observa o beemote, ao qual eu fiz contigo; ele come erva come como o boi.
3Por que somos considerados animais, e tolos em vossos olhos?
12O homem tolo se tornará entendido quando do asno selvagem nascer um humano.
24Os bois e os jumentos que lavram a terra comerão forragem de boa qualidade, limpa com a pá e o forcado.
13Comeria eu carne de touros, ou beberia sangue de bodes?
11Por acaso o ouvido não distingue as palavras, e o paladar prova as comidas?
9Porque na Lei de Moisés está escrito: ao boi que trilha não atarás a boca. Por acaso Deus tem preocupação com os bois?
4Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, cujo veneno meu espírito bebe; e temores de Deus me atacam.
7Verdadeiramente pergunta agora aos animais, que eles te ensinarão; e às aves dos céus, que elas te explicarão;
24Jumenta selvagem acostumada ao deserto, que aspira o vento por causa do desejo da alma; de seu cio quem a deteria? Todos os que a buscarem não se cansarão; no mês dela a acharão.
24Sacudido-se com furor, ele escarva a terra; ele não fica parado ao som da trombeta.
20Pois os montes lhe produzem pasto; por isso todos os animais do campo ali se alegram.
7Bramavam entre os arbustos, e se ajuntavam debaixo das urtigas.
3O boi conhece a seu dono, e o jumento [sabe] a manjedoura de seu possuidor; [mas] Israel não conhece, meu povo não entende.
6O homem bruto não os conhece, nem o tolo entende isto.
20Bem-aventurados sois vós, os que semeais sobre todas as águas; [e] deixais livres os pés do boi e do jumento.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
16Mas ele teve a repreensão de sua transgressão; o mudo animal de jugo, falando em voz humana, impediu a loucura do profeta.
14Que veio um mensageiro a Jó, que disse: Enquanto os bois estavam arando, e as jumentas se alimentando perto deles,
7Ovelhas e bois, todos eles, e também os animais do campo;
4Não porás mordaça ao boi quando trilhar.
30E a jumenta disse a Balaão: Não sou eu tua jumenta? Sobre mim montaste desde que tu me tens até hoje; costumei a fazê-lo assim contigo? E ele respondeu: Não.
33O trovão anuncia sua presença; o gado também [prenuncia a tempestade] que se aproxima.
11Que nos ensina mais que aos animais da terra, e nos faz sábios mais que as aves do céu?
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
9Por acaso Deus ouvirá seu clamor quando a aflição vier sobre ele?
3Açoite para o cavalo, cabresto para o asno; e vara para as costas dos tolos.
10Seus touros procriam, e não falham; suas vacas geram filhotes, e não abortam.
38Se minha terra clamar contra mim, e seus sulcos juntamente chorarem;
3Fará ele súplicas a ti, [ou] falará contigo suavemente?