Jó 30:7
Bramavam entre os arbustos, e se ajuntavam debaixo das urtigas.
Bramavam entre os arbustos, e se ajuntavam debaixo das urtigas.
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3Por causa da pobreza e da fome andavam sós; roem na terra seca, no lugar desolado e deserto em trevas.
4Que colhiam malvas entre os arbustos, e seu alimento eram as raízes dos zimbros.
5Do meio [das pessoas] eram expulsos, e gritavam contra eles, como a um ladrão.
6Habitavam nos barrancos dos ribeiros secos, nos buracos da terra, e nas rochas.
8Eram filhos de tolos, filhos sem nome, e expulsos do país.
19E virão, e todas elas pousarão nos vales desabitados, e nas fendas das rochas, e em todos os espinheiros, e em todos os arbustos.
21Ele se deita debaixo das árvores sombrias; no esconderijo das canas e da lama.
22As árvores sombrias o cobrem, cada uma com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
10Mesmo estando entretecidos como espinhos, e embriagados como beberrões, eles serão consumidos como a palha seca.
1Porém agora riem de mim os mais jovens do que eu, cujos pais eu havia desdenhado até de os pôr com os cães de meu rebanho.
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
18Como geme o gado! As manadas dos vacas estão confusas, porque não têm pasto! Os rebanhos das ovelhas estão desolados.
4Desviam do caminho aos necessitados; os pobres da terra juntos se escondem.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
6No campo colhem sua forragem, e vindimam a vinha do perverso.
11Agora eles têm nos cercado em nossos passos; eles fixam seus olhos para [nos] derrubar ao chão.
13E em seus palácios crescerão espinhos; urtigas e cardos em suas fortalezas; e será habitação de chacais [e] habitação de avestruzes.
14E os animais do deserto se encontrarão com os lobos, e o bode berrará ao seu companheiro; os animais noturnos ali pousarão, e acharão lugar de descanso para si.
6Porque eis que eles vão embora por causa da destruição; o Egito os recolherá, Mênfis os sepultará; urtigas herdarão sua prata, espinhos [crescerão] em suas tendas.
40Quando estão agachados nas covas, [ou] estão à espreita no matagal?
24Que com arco e flechas ali entrarão; porque toda a terra será espinhos e cardos.
25E também todos os montes onde costumavam ser cavados com enxadas, não se irá a eles por medo dos espinhos e dos cardos; porém servirão para se enviar bois, e para que gado miúdo pise.
26Os roedores são um “povo” fraco, mas fazem suas casas nas rochas;
27Os gafanhotos não têm rei; mas todos saem em bandos;
14E não clamam a mim com seus corações quando gemem sobre suas camas; eles se reúnem para o trigo e o vinho, [porém] de mim se afastam.
8E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas.
14Disseram então todas as árvores ao espinheiro: Vem tu, reina sobre nós.
6E os asnos monteses se põem nos lugares altos, aspiram o vento como os chacais; seus olhos se enfraquecem, pois não há erva.
18Pois a perversidade queima como fogo, [que] consumirá cardos e espinhos, e incendiará aos emaranhados das árvores da floresta; e subirão como nuvens de fumaça.
15Mas quando eu vacilava, eles se alegravam e se reuniam; inimigos se reuniam sem que eu soubesse; eles me despedaçavam [em palavras] , e não se calavam.
5Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
6Prepararam uma rede de armadilha para os meus passos, minha alma [estava] abatida; cavaram perante mim uma cova, [porém] eles mesmos caíram nela. (Selá)
13Esconde-os juntamente no pó; ata seus rostos no oculto.
7Por isso levarão os bens que acumularam e seus pertences ao ribeiro dos salgueiros.
8Pelas correntes das montanhas são molhados e, não tendo abrigo, abraçam-se às rochas.
13Por causa da terra do meu povo, [na qual] espinhos e cardos crescerão; e por causa das casas de alegria [na] cidade alegre.
29Porque pelos carvalhos que cobiçastes serão confundidos; e pelos bosques que escolhestes sereis envergonhados;
31E eis que ela estava toda cheia de espinheiros, [e] sua superfície coberta de urtigas; e sua cerca de pedra estava derrubada.
9Todos vós, animais do campo, vinde comer!
4O melhor dentre eles é como o espinho; o mais justo é como o espinheiro. O dia de teus vigilantes, teu castigo, vem; agora será sua confusão.
38Juntamente rugirão como leões; como filhotes de leões bramarão.
8Contudo, se ela produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição. O seu fim é ser queimada.
21Porque os pastores se tornaram irracionais, e não buscaram ao SENHOR; por isso não agiram prudentemente, e todo o seu rebanho se dispersou.
30Por debaixo de si tem conchas pontiagudas; ele esmaga com suas pontas na lama.
27Por isso os moradores delas, com as mãos impotentes, ficaram atemorizados e envergonhados; eram [como] a erva do campo, e a grama verde, o capim dos telhados e o trigo queimado antes de crescer.
6Revelação sobre os animais selvagens do deserto de Negueve: Por entre uma terra da aflição e da angústia, de onde [vem] o leão forte, o leão velho, a cobra e a serpente voadora, eles levam seus bens nas costas de jumentos, e seus tesouros sobre corcovas de camelos, a um povo que em nada [lhes] será útil.
7Elas fugiram de tua repreensão; pela voz de teu trovão elas se recolheram apressadamente.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
13Abriram contra mim suas bocas, [como] leão que despedaça e ruge.
5Saltarão como estrondo de carruagens sobre as topos dos montes, como som de chama de fogo que consome a palha, como povo poderoso, em posição de combate.