Jeremias 14:6
E os asnos monteses se põem nos lugares altos, aspiram o vento como os chacais; seus olhos se enfraquecem, pois não há erva.
E os asnos monteses se põem nos lugares altos, aspiram o vento como os chacais; seus olhos se enfraquecem, pois não há erva.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
4Pois o chão se rachou, por não haver chuva na terra; envergonhados estão os trabalhadores, [e] cobrem suas cabeças.
5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
5Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
18Como geme o gado! As manadas dos vacas estão confusas, porque não têm pasto! Os rebanhos das ovelhas estão desolados.
19A ti, ó SENHOR, eu clamo; porque o fogo consumiu os pastos do deserto, e chama incendiou todas as árvores do campo.
20Até os animais do campo clamam a ti, porque os rios de águas se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.
11Elas dão de beber a todos os animais do campo; os asnos selvagens matam a sede [com elas] .
6Pois as águas de Ninrim se acabaram; pois a grama se secou, as plantas pereceram, e não há mais vegetal verde.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
7E a terra seca se tornará em lagoas, e a terra sedenta em mananciais de águas; nas habitações em que repousavam os chacais, haverá erva com canas e juncos.
4Até quando lamentará a terra, e a erva de todo o campo ficará seca? Pela maldade dos que nela habitam, os animais e as aves perecem; porque dizem: Ele não verá ele nosso fim.
24Jumenta selvagem acostumada ao deserto, que aspira o vento por causa do desejo da alma; de seu cio quem a deteria? Todos os que a buscarem não se cansarão; no mês dela a acharão.
4Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.
5Quem despediu livre ao asno montês? E quem ao asno selvagem soltou das ataduras?
6Ao qual eu dei a terra desabitada por casa, e a terra salgada por suas moradas.
8A extensão dos montes é seu pasto; e busca tudo o que é verde.
10Sobre os montes levantarei choro e pranto, e lamentação as moradas do deserto; porque foram desoladas até não haver quem [por ali] passe, nem [ali] se ouve bramido de gado; desde as aves do céu e até os animais da terra fugiram, e foram embora.
3Por causa da pobreza e da fome andavam sós; roem na terra seca, no lugar desolado e deserto em trevas.
4Que colhiam malvas entre os arbustos, e seu alimento eram as raízes dos zimbros.
12Por acaso correm os cavalos pelos rochedos? Pode-se arar [ali] com bois? Porém vós pervertestes o juízo em veneno, e o fruto da justiça no amargo absinto.
27Por isso os moradores delas, com as mãos impotentes, ficaram atemorizados e envergonhados; eram [como] a erva do campo, e a grama verde, o capim dos telhados e o trigo queimado antes de crescer.
6Depois se fartaram em seus pastos; quando ficaram fartos, seus corações se exaltaram; por isso se esqueceram de mim.
26E seus moradores, fracos de mãos, quebrantados e confusos, foram qual erva do campo, como hortaliça verde, e feno dos telhados, que antes que venha a maturidade é seco.
19Nossos perseguidores foram mais velozes que as águias do céu; sobre os montes nos perseguiram, no deserto armaram ciladas para nós.
3Diante dele o fogo consome, e atrás dele a chama arde; a terra adiante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele como deserto devastado; nada há que dele possa escapar.
4Sua aparência é como a aparência de cavalos, e correrão como cavaleiros.
5Saltarão como estrondo de carruagens sobre as topos dos montes, como som de chama de fogo que consome a palha, como povo poderoso, em posição de combate.
6Revelação sobre os animais selvagens do deserto de Negueve: Por entre uma terra da aflição e da angústia, de onde [vem] o leão forte, o leão velho, a cobra e a serpente voadora, eles levam seus bens nas costas de jumentos, e seus tesouros sobre corcovas de camelos, a um povo que em nada [lhes] será útil.
8E seus cavalos são mais rápidos que os leopardos, e mais ferozes que lobos de tarde; e seus cavaleiros avançam; seus cavaleiros virão de longe, e voarão como águias que se apressam para devorar.
7A erva se seca, as flores caem, porque o Espírito do SENHOR nelas sopra; verdadeiramente o povo é erva.
7Ainda nossas maldades dão testemunho contra nós, SENHOR, age por amor de teu nome; pois nossas rebeldias se multiplicaram, contra ti pecamos.
13O porco do campo a destruiu; os animais selvagens a devoraram.
14Pois o palácio será abandonado, a cidade ruidosa ficará deserta; a colina e as torres de guarda serão esvaziadas para sempre, para alegria dos jumentos selvagens, e [servirão] de pasto para o gado;
6Minhas ovelhas andaram sem rumo por todos os montes, e em todo morro alto; minhas ovelhas foram espalhadas por toda a face da terra, e ninguém há que as procure, ninguém que as busque.
22E as hienas uivarão em suas fortalezas, e chacais em seus confortáveis palácios. Pois está chegando bem perto o seu tempo, e os dias dela não se prolongarão.
6Sejam como a erva dos telhados, que se seca antes que cresça.
7Bramavam entre os arbustos, e se ajuntavam debaixo das urtigas.
20Os animais do campo me honrarão; os chacais e os filhotes de avestruz; porque porei águas no deserto, rios na terra vazia, para dar de beber a meu povo, meu escolhido.
18Por causa do monte de Sião, que está desolado; raposas andam nele.
9Todos vós, animais do campo, vinde comer!
15Assim também como esta praga, será a praga para os cavalos, os jumentos, os camelos, os asnos, e todos os animais que estiverem naqueles acampamentos.
5E disse Acabe a Obadias: Vai pelo país a todas as fontes de águas, e a todos os ribeiros; que acaso acharemos grama com que conservemos a vida aos cavalos e às mulas, para que não nos fiquemos sem animais.
13E em seus palácios crescerão espinhos; urtigas e cardos em suas fortalezas; e será habitação de chacais [e] habitação de avestruzes.
22Eis que vem uma voz de aviso, e um grande tremor da terra do norte; para tornar em desolação as cidades de Judá, em morada de chacais.
8Os filhotes de animais ferozes nunca a pisaram, nem o feroz leão passou por ela.
6Ó montes, que saltastes como carneiros? Ó morros, como cordeiros?
16Desde Dã se ouve o ronco de seus cavalos; toda a terra treme pelo som do relinchar de seus fortes; e eles vêm e devoram a terra e sua abundância, a cidade e seus moradores.
11Naquele tempo se dirá a este povo e a Jerusalém: Um vento seco dos lugares altos do deserto [veio] ao caminho da filha do meu povo; não para padejar, nem para limpar;
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.