Salmos 104:7
Elas fugiram de tua repreensão; pela voz de teu trovão elas se recolheram apressadamente.
Elas fugiram de tua repreensão; pela voz de teu trovão elas se recolheram apressadamente.
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8Os montes subiram [e] os vales desceram ao lugar que tu lhes tinha fundado.
9Tu [lhes] puseste um limite, que não ultrapassarão; não voltarão mais a cobrir a terra.
16As águas te viram, ó Deus; as águas te viram, [e] tremeram; também os abismos foram abalados.
17Grandes nuvens derramaram muitas águas; os céus fizeram barulho; e também tuas flechas correram de um lado ao outro.
18O ruído de teus trovões [estava] nos ventos; relâmpagos iluminaram ao mundo; a terra se abalou e tremou.
19Pelo mar [foi] teu caminho; e tuas veredas por muitas águas; e tuas pegadas não foram conhecidas.
6Com o abismo, como um vestido, tu a cobriste; sobre os montes estavam as águas.
12Do brilho de sua presença suas nuvens se espalharam, [e também] a saraiva, e as brasas de fogo.
13E o SENHOR trovejou nos céus; e o Altíssimo soltou sua voz; saraiva e brasas de fogo [caíram] .
14Ele mandou suas flechas, e os dispersou; e [lançou] muitos raios, e os perturbou.
15E as profundezas das águas foram vistas, e os fundamentos do mundo foram descobertos por tua repreensão, SENHOR, pelo sopro do vento do teu nariz.
10Sopraste com teu vento, cobriu-os o mar: Afundaram-se como chumbo nas impetuosas águas.
15Persegue-os assim com tua tempestade, e assombra-os com o teu forte vento.
10Os montes te viram, e tiveram dores; a inundação das águas passou. O abismo deu sua voz, e levantou suas mãos ao alto.
14O SENHOR trovejou desde os céus, E o Altíssimo deu sua voz;
15Lançou flechas, e desbaratou-os; Relampejou, e consumiu-os.
16Então apareceram as profundezas do mar, E os fundamentos do mundo foram descobertos, À repreensão do SENHOR, Ao sopro do vento de seu nariz.
7E com a grandeza de tua poder transtornaste aos que se levantaram contra ti: Enviaste teu furor; os tragou como o restolho.
8Com o sopro de tuas narinas se amontoaram as águas; Pararam-se as correntezas como em um amontoado; Os abismos se solidificaram em meio do mar.
25[Porque] quando ele fala, ele faz levantar tormentas de vento, que levanta suas ondas.
26Elas sobem aos céus, [e] descem aos abismos; a alma deles se derrete de angústia.
4Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém [seus relâmpagos] quando sua voz é ouvida.
5Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos.
13As nações rugirão, como o rugido de muitas águas, porém [Deus] as repreenderá, e elas fugirão para longe. Serão levadas a fugirem como restos de palhas nos montes diante do vento, como coisas que rolam perante um redemoinho.
8O fogo e a saraiva, a neve e o vapor; o vento tempestuoso, que executa sua palavra.
3O mar viu, e fugiu; e o Jordão recuou.
29[Quando] tu escondes teu rosto, eles ficam perturbados; [quando] tu tiras o fôlego deles, [logo] eles morrem, e voltam ao seu pó.
6Lança relâmpagos, e os dispersa; envia tuas flechas, e os derrota.
4Seus relâmpagos iluminam o mundo; a terra os vê, e treme.
5O que houve, ó mar, que fugiste? Ó Jordão, que recuaste?
11As colunas do céu tremem, e se espantam por sua repreensão.
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
7Tu, terrível és tu; e quem subsistirá perante ti com tua ira?
3A voz do SEHOR [percorre por] sobre as águas; o Deus da glória troveja; o SENHOR [está] sobre muitas águas.
3Ao som do ruído estrondoso, fugirão; quando tu te levantas, as nações se dispersam.
13Quando ele pronuncia sua voz, [logo] há ruído de águas no céu, e faz subir vapores dos confins da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e faz sair o vento de seus tesouros.
3[Como] quando fazias coisas temíveis, as quais nunca esperávamos; quando tu descias, [e] os montes se tremiam diante de tua presença.
34Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
35Podes tu mandar relâmpagos, para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
11E dividiste o mar diante deles, e passaram por meio do mar a seco; e lançaste a seus perseguidores nas profundezas, como uma pedra em águas violentas.
8Eu me apressaria para escapar do vento violento [e] da tempestade.
48E entregou seu gado à saraiva; e seus animais a brasas ardentes.
8[Até] os que habitam nos lugares mais distantes temem teus sinais; tu fazes alegres o nascer e o pôr do sol.
7Então a terra de abalou e tremeu; e os fundamentos dos montes de moveram e foram abalados, porque ele se irritou.
4Ele repreende o mar, e o faz secar; e deixa secos todos os rios. Basã e o Carmelo se definham, e a flor do Líbano murcha.
5Os montes tremem diante dele, e os morros se derretem; e a terra se abala em sua presença, e o mundo, e todos os que nele habitam.
4Quando saíste de Seir, ó SENHOR, Quando te apartaste do campo de Edom, A terra tremeu, e os céus destilaram, E as nuvens gotejaram águas.
3Ele, que fixou seus cômodos sobre as águas; que faz das nuvens sua carruagem; que se move sobre as asas do vento.