Jó 39:24
Sacudido-se com furor, ele escarva a terra; ele não fica parado ao som da trombeta.
Sacudido-se com furor, ele escarva a terra; ele não fica parado ao som da trombeta.
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25Ao som das trombetas diz: Eia! E desde longe cheira a batalha, o grito dos capitães, e o barulho.
19És tu que dás força ao cavalo, ou que vestes seu pescoço com crina?
20Podes tu o espantar como a um gafanhoto? O sopro de suas narinas é terrível.
21Ele escarva a terra, alegra-se de sua força, [e] sai ao encontro das armas;
22Ele zomba do medo, e não se espanta; nem volta para trás por causa da espada.
23Contra ele rangem a aljava, o ferro brilhante da lança e do dardo;
23Ainda que o rio se torne violento, ele não se apressa; confia ainda que o Jordão transborde até sua boca.
24Poderiam, por acaso, capturá-lo à vista de seus olhos, [ou] com laços furar suas narinas?
7Ele zomba do tumulto da cidade; não ouve os gritos do condutor.
8A extensão dos montes é seu pasto; e busca tudo o que é verde.
23Quando ele estiver enchendo seu vendre, Deus mandará sobre ele o ardor de sua ira, e [a] choverá sobre ele em sua comida.
24[Ainda que] fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará.
2Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca,
19De sua boca saem tochas, faíscas de fogo saltam dela.
20De suas narinas sai fumaça, como de uma panela fervente ou de um caldeirão.
21Seu fôlego acende carvões, e de sua boca sai chama.
25Quando ele se levanta, os fortes tremem; por [seus] abalos se recuam.
26Se alguém lhe tocar com a espada, não poderá prevalecer; nem arremessar dardo, ou lança.
27Ele considera o ferro como palha, e o aço como madeira podre.
28A flecha não o faz fugir; as pedras de funda são para ele como sobras de cascas.
29Considera toda arma como sobras de cascas, e zomba do mover da lança.
9Subiu fumaça de suas narinas, E de sua boca fogo consumidor, Pelo qual se acenderam carvões.
24Angústia e aflição o assombram, [e] prevalecem contra ele como um rei preparado para a batalha;
5Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?
7Eis que vomitam com as bocas deles, seus lábios [são como] espadas; porque [dizem] : Quem ouve?
11Assombros o espantarão ao redor, e o farão correr por onde seus passos forem.
8Fumaça subiu de seu nariz, e fogo consumidor saiu de sua boca; carvões foram acesos por ele.
16Desde Dã se ouve o ronco de seus cavalos; toda a terra treme pelo som do relinchar de seus fortes; e eles vêm e devoram a terra e sua abundância, a cidade e seus moradores.
7E conheceu suas viúvas, e destruiu suas cidades; e a terra e tudo que ela continha foram devastadas à voz de seu bramido.
21Ruídos de horrores estão em seus ouvidos; até na paz lhe sobrevém o assolador.
22Ele não crê que voltará da escuridão; ao contrário, a espada o espera.
8Deus o tirou do Egito; Tem forças como de boi selvagem: Comerá às nações suas inimigas, E esmiuçará seus ossos, E perfurará com suas flechas.
16Quando eu ouvi, meu ventre se perturbou; por causa do ruído meus lábios tremeram; podridão veio em meus ossos, e em meu lugar me perturbei; descansarei até o dia da angústia, quando virá contra o povo que nos ataca.
9Eis que a esperança de alguém [de vencê-lo] falhará; pois, apenas ao vê-lo será derrubado.
10Ninguém há [tão] ousado que o desperte; quem pois, [ousa] se opor a mim?
14Já tocaram trombeta, e prepararam tudo; porém ninguém vai à batalha, pois minha ira está sobre toda sua multidão.
33O trovão anuncia sua presença; o gado também [prenuncia a tempestade] que se aproxima.
24Eis que o povo, que como leão se levantará, E como leão se erguerá: Não se deitará até que coma a presa, E beba o sangue dos mortos.
29O rugido deles será como o de um leão feroz, e bramarão como filhotes de leão; e rugirão, e tomarão a presa, e a levarão, e não haverá quem [a] resgate.
26Corre contra ele com [dureza] de pescoço, e como seus escudos grossos e levantados.
19Ai minhas entranhas, minhas entranhas! Estou com grandes dores nas paredes do meu coração; meu coração se inquieta, não consigo me calar; porque tu, ó alma minha, ouves o som da trombeta, o clamor da guerra.
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
14Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
8E seus cavalos são mais rápidos que os leopardos, e mais ferozes que lobos de tarde; e seus cavaleiros avançam; seus cavaleiros virão de longe, e voarão como águias que se apressam para devorar.
4Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém [seus relâmpagos] quando sua voz é ouvida.
21Até quando verei a bandeira, [e] ouvirei a voz da trombeta?
2[Ali há] o som de açoite, e o estrondo do mover de rodas; os cavalos atropelam, e as carruagens vão se sacudindo.
14Quem poderia abrir as portas de seu rosto? Ao redor de seus dentes há espanto.
28E seu sopro como um rio que inunda, chegando até o pescoço, para sacudir as nações com a peneira da inutilidade; e um freio nos queixos dos povos [os] fará andar perdidos.
11Com as unhas de seus cavalos pisará todas as tuas ruas; matará teu povo à espada, e as colunas de tua fortaleza cairão por terra.