Provérbios 6:8
Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento.
Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
13Ela busca lã e linho, e com prazer trabalha com suas mãos.
14Ela é como um navio mercante; de longe traz a sua comida.
15Ainda de noite ela se levanta, e dá alimento a sua casa; e ordens às suas servas.
16Ela avalia um campo, e o compra; do fruto de suas mãos planta uma vinha.
17Ela prepara seus lombos com vigor, e fortalece seus braços.
18Ela prova que suas mercadorias são boas, [e] sua lâmpada não se apaga de noite.
19Ela estende suas mãos ao rolo de linha, e com suas mãos prepara os fios.
5Livra-te, como a corça do caçador, como o pássaro do caçador de aves.
6Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio.
7Ela, [mesmo] não tendo chefe, nem fiscal, nem dominador,
5Aquele que ajunta no verão é filho prudente; [mas] o que dorme na ceifa é filho causador de vergonha.
25As formigas não são criaturas fortes, mas no verão preparam sua comida;
27Ela presta atenção aos rumos de sua casa, e não come pão da preguiça.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
6No campo colhem sua forragem, e vindimam a vinha do perverso.
4O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
28Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.
27Todos eles aguardam por ti, que [lhes] dês seu alimento a seu tempo [devido] .
28O que tu dás, eles recolhem; tu abres tua mão, [e] eles se fartam de coisas boas.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.
26Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e contudo vosso Pai celestial as alimenta. Não sois vós muito mais importantes que elas?
31Dai a ela conforme o fruto de suas mãos, e que suas obras a louvem às portas [da cidade] .
26A alma do trabalhador faz ele trabalhar para si, porque sua boca o obriga.
5E a debulha vos alcançará à vindima, e a vindima alcançará à sementeira, e comereis vosso pão em fartura e habitareis seguros em vossa terra:
6Pela manhã semeia tua semente, e à tarde não retires tua mão; pois tu não sabes qual [tentativa] dará certo, se uma, se outra, ou se ambas [as tentativas] serão boas.
20E se disserdes: Que comeremos no sétimo ano? eis que não temos de semear, nem temos de colher nossos frutos:
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
27O preguiçoso não assa aquilo que caçou, mas a riqueza de quem trabalha com empenho [lhe é] preciosa.
3Seis anos semearás tua terra, e seis anos podarás tua vinha, e colherás seus frutos;
6O lavrador que trabalha deve [ser] o primeiro a receber sua parte dos frutos.
37E semeiam campos, e plantam vinhas, que produzem fruto valioso.
15Os olhos de todos esperam por ti, e tu lhes dás seu alimento ao seu tempo.
16Também a festa da colheita, os primeiros frutos de teus trabalhos que houveres semeado no campo; e a festa da colheita à saída do ano, quando haverás recolhido teus trabalhos do campo.
41Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?
27Prepara tua obra de fora, e a deixa pronta no campo; [somente] depois edifica tua casa.
10Seis anos semearás tua terra, e recolherás sua colheita:
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
14Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,
9Que dá ao gado seu pasto; e [também] aos filhos dos corvos, quando clamam.
21Seis dias trabalharás, mas no sétimo dia cessarás: cessarás ainda na arada e na colheita.
12Porás tua confiança nele, para que ele colha tua semente, e a junte em tua eira?
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
23Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado;
23Então ele dará chuva sobre tuas sementes que tu tiveres semeado a terra, assim como pão produzido da terra; e esta será fértil e farta; naquele dia teu gado pastará em grandes pastos.
9Porém não cansemos de fazer o bem, pois no tempo devido colheremos, se não desistirmos.
24Considerai os corvos, que nem semeiam, nem ceifam; nem tem armazém, nem celeiro; e Deus os alimenta.