Provérbios 20:4
O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
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4A alma do preguiçoso deseja, mas nada [consegue] ; porém a alma dos trabalham com empenho prosperará.
25O desejo do preguiçoso o matará, porque suas mãos se recusam a trabalhar;
26Ele fica desejando suas cobiças o dia todo; mas o justo dá, e não deixa de dar.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
5Aquele que ajunta no verão é filho prudente; [mas] o que dorme na ceifa é filho causador de vergonha.
24O preguiçoso põe sua mão no prato, e nem sequer a leva de volta à boca.
6Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio.
7Ela, [mesmo] não tendo chefe, nem fiscal, nem dominador,
8Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento.
9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
30Passei junto ao campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem sem juízo;
13O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.
14[Como] a porta se vira em torno de suas dobradiças, [assim] o preguiçoso [se vira] em sua cama.
15O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.
16O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.
19O caminho do preguiçoso é como uma cerca de espinhos; mas a vereda dos corretos é bem aplanada.
27O preguiçoso não assa aquilo que caçou, mas a riqueza de quem trabalha com empenho [lhe é] preciosa.
4Quem ficar dando atenção ao vento, nunca semeará; e o que olhar para as nuvens nunca ceifará.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
9O preguiçoso em fazer sua obra é irmão do causador de prejuízo.
24A mão dos que trabalham com empenho dominará, e os preguiçosos se tornarão escravos.
3É honroso ao homem terminar a disputa; mas todo tolo nela se envolve.
18Pela muita preguiça o teto se deteriora; e pala frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
5Os planos de quem trabalha com empenho somente [levam] à abundância; mas [os de] todo apressado somente à pobreza.
13O preguiçoso diz: Há um leão lá fora! Ele me matará nas ruas!
11Aquele que lavra sua terra se saciará de pão; mas o que segue [coisas] inúteis tem falta de juízo.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
34E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
1Assim como a neve no verão, como a chuva na colheita, assim também não convém a honra para o tolo.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
24Por acaso o lavrador lavra o dia todo para semear, [ou] fica [o dia todo] abrindo e revolvendo a sua terra?
4Pois o chão se rachou, por não haver chuva na terra; envergonhados estão os trabalhadores, [e] cobrem suas cabeças.
26Assim como vinagre para os dentes, e como fumaça para os olhos, assim também é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
6No campo colhem sua forragem, e vindimam a vinha do perverso.
13Não ames ao sono, para que não empobreças; abre teus olhos, e te fartarás de pão.
20E se disserdes: Que comeremos no sétimo ano? eis que não temos de semear, nem temos de colher nossos frutos:
26A alma do trabalhador faz ele trabalhar para si, porque sua boca o obriga.
26Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.
8Aquele que semeia perversidade colherá sofrimento; e a vara de sua ira se acabará.
5O conselho no coração do homem [é como] águas profundas; mas o homem prudente [consegue] tirá-lo para fora.
6O lavrador que trabalha deve [ser] o primeiro a receber sua parte dos frutos.
10Porque também quando estávamos convosco, isto vos mandávamos: que se alguém não quiser trabalhar, também não coma.
21Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a sonolência os faz vestir trapos.
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
20Por não ter sentido sossego em seu ventre, nada preservará de sua tão desejada riqueza.
6Pela manhã semeia tua semente, e à tarde não retires tua mão; pois tu não sabes qual [tentativa] dará certo, se uma, se outra, ou se ambas [as tentativas] serão boas.