Provérbios 19:24
O preguiçoso põe sua mão no prato, e nem sequer a leva de volta à boca.
O preguiçoso põe sua mão no prato, e nem sequer a leva de volta à boca.
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
13O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.
14[Como] a porta se vira em torno de suas dobradiças, [assim] o preguiçoso [se vira] em sua cama.
15O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.
16O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
16Quem guarda o mandamento cuida de sua alma; e quem despreza seus caminhos morrerá.
24“Zombador” é o nome do arrogante e orgulhoso; ele trata [os outros] com uma arrogância irritante.
25O desejo do preguiçoso o matará, porque suas mãos se recusam a trabalhar;
26Ele fica desejando suas cobiças o dia todo; mas o justo dá, e não deixa de dar.
23O homem prudente é discreto em conhecimento; mas o coração dos tolos proclama a loucura.
24A mão dos que trabalham com empenho dominará, e os preguiçosos se tornarão escravos.
4O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
27O preguiçoso não assa aquilo que caçou, mas a riqueza de quem trabalha com empenho [lhe é] preciosa.
4A alma do preguiçoso deseja, mas nada [consegue] ; porém a alma dos trabalham com empenho prosperará.
19O caminho do preguiçoso é como uma cerca de espinhos; mas a vereda dos corretos é bem aplanada.
9O preguiçoso em fazer sua obra é irmão do causador de prejuízo.
5O tolo junta suas mãos, e come sua [própria] carne.
6É melhor uma mão cheia [com] descanso, do que ambas as mãos cheias [com] trabalho e perseguição ao vento.
9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
5Aquele que ajunta no verão é filho prudente; [mas] o que dorme na ceifa é filho causador de vergonha.
30Passei junto ao campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem sem juízo;
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
34E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
13O preguiçoso diz: Há um leão lá fora! Ele me matará nas ruas!
18Pela muita preguiça o teto se deteriora; e pala frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
26Assim como vinagre para os dentes, e como fumaça para os olhos, assim também é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
23O temor ao SENHOR [encaminha] para a vida; aquele que [o tem] habitará satisfeito, nem mal algum o visitará.
21Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a sonolência os faz vestir trapos.
25Fere ao zombador, e o ingênuo será precavido; e repreende ao prudente, e ele aprenderá conhecimento.
32Se agiste como tolo, exaltando-te, e se planejaste o mal, [põe tua] mão sobre a boca;
24Aquele que reparte com o ladrão odeia sua [própria] alma; ele ouve maldições e não [o] denuncia.
6Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio.
26A alma do trabalhador faz ele trabalhar para si, porque sua boca o obriga.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
12O prudente vê o mal, [e] se esconde; [mas] os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências.
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
13Não ames ao sono, para que não empobreças; abre teus olhos, e te fartarás de pão.
30Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;
27Quem dá ao pobre não terá falta; mas o que esconde seus olhos [terá] muitas maldições.
16Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.
26Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.
19O servo não será corrigido por meio de palavras; porque [ainda que] entenda, mesmo assim ele não responderá [corretamente] .
30Ele fecha seus olhos para imaginar perversidades; ele aperta os lábios para praticar o mal.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.