Provérbios 6:30
Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;
Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;
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31Mas, [se for] achado, ele pagará sete vezes mais; ele terá que dar todos os bens de sua casa.
32[Porém] aquele que adultera com mulher [alheia] tem falta de entendimento; quem faz [isso] destrói sua [própria] alma.
33Ele encontrará castigo e desgraça; e sua desonra nunca será apagada.
34Porque ciúmes [são] a fúria do marido, e ele de maneira nenhuma terá misericórdia no dia da vingança.
35Ele não aceitará nenhum pagamento pela culpa; nem consentirá, ainda que aumentes os presentes.
29Assim [será] aquele que se deitar com a mulher de seu próximo; não será considerado inocente todo aquele que a tocar.
24Aquele que reparte com o ladrão odeia sua [própria] alma; ele ouve maldições e não [o] denuncia.
28O que furtava, não furte mais; mas sim trabalhe, operando o bem com as mãos, para que tenha com que repartir com o que tiver necessidade.
1Quando alguém furtar boi ou ovelha, e lhe degolar ou vender, por aquele boi pagará cinco bois, e por aquela ovelha quatro ovelhas.
2Se o ladrão for achado arrombando uma casa, e for ferido e morrer, o que lhe feriu não será culpado de sua morte.
3Se o sol houver sobre ele saído, o matador será réu de homicídio: o ladrão haverá de restituir completamente; se não tiver, será vendido por seu furto.
26Ele fica desejando suas cobiças o dia todo; mas o justo dá, e não deixa de dar.
17As águas roubadas são doces; e o pão escondido é agradável.
7Quando alguém der a seu próximo prata ou joias a guardar, e for furtado da casa daquele homem, se o ladrão se achar, pagará o dobro.
8Se o ladrão não se achar, então o dono da casa será apresentado aos juízes, para ver se pôs sua mão na riqueza de seu próximo.
15Não furtarás.
7E a ninguém oprimir; devolver ao devedor o seu penhor, não cometer roubo, der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
6Não comas o pão de quem tem olho maligno, nem cobices suas comidas gostosas.
5Se alguém fizer pastar campo ou vinha, e meter seu animal, e comer a terra de outro, do melhor de sua terra e do melhor de sua vinha pagará.
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
12Mas se lhe houver sido furtado, ressarcirá a seu dono.
19Não furtarás.
19Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde e a traça e a ferrugem gastam, e onde os ladrões invadem e roubam;
20Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem gastam, e onde os ladrões não invadem nem roubam.
2Quando uma pessoa pecar, e fizer transgressão contra o SENHOR, e negar a seu próximo o depositado ou deixado em sua mão, ou roubar, ou extorquir a seu próximo;
18Se vês ao ladrão, tu consentes com ele; e tens tua parte com os adúlteros.
16Nem oprimir a ninguém; nem retiver o penhor, nem cometer roubos; der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
9Para que não aconteça de eu ficar farto e [te] negar, dizendo: Quem é o SENHOR?Nem também que eu empobreça, e venha a furtar, e desonre o nome do meu Deus.
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
7Quando for achado alguém que tenha furtado pessoa de seus irmãos os filhos de Israel, e houver comercializado com ela, ou a houver vendido, o tal ladrão morrerá, e tirarás o mal do meio de ti.
1Há um mal que vi abaixo do sol, e é muito frequente entre os homens:
2Um homem a quem Deus deu riquezas, bens, e honra; e nada lhe falta de tudo quanto sua alma deseja; porém Deus não lhe dá poder para dessas coisas comer; ao invés disso, um estranho as come; isto é algo inútil e um mal causador de sofrimento.
27O preguiçoso não assa aquilo que caçou, mas a riqueza de quem trabalha com empenho [lhe é] preciosa.
3Não desejes as comidas gostosas dele, porque são pão de mentiras.
30E a qualquer que te pedir, dá; e ao que te tomar o teu, não o peças de volta.
18Restituirá o trabalho e não o engolirá; da riqueza de seu comério não desfrutará.
7Não deste de beber água ao cansado, e negaste o pão ao faminto.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
25O justo come até sua alma estar saciada; mas o ventre dos perversos passará por necessidade.
4Então será que, posto que haverá pecado e ofendido, restituirá aquilo que roubou, ou pelo dano da extorsão, ou o depósito que se lhe depositou, ou o perdido que achou,
3O SENHOR não permite a alma do justo passar fome, porém arruína o interesse dos perversos.
22O que se deseja do homem [é] sua bondade; porém o pobre é melhor do que o homem mentiroso.
11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
21Fazer acepção de pessoas não é bom; porque até por um pedaço de pão o homem pode transgredir.
5Se ladrões viessem a ti, ou assaltantes de noite, não furtariam [apenas] o que lhes bastasse? Se vindimadores viessem a ti, por acaso eles não deixariam algumas sobras? [Porém tu] , como estás arrasado!
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
9Se foi meu coração se deixou seduzir por [alguma] mulher, ou se estive espreitei à porta de meu próximo,
11Que o credor tome tudo o que ele tem, e estranhos saqueiem seu trabalho.