Provérbios 6:11
Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
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33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
34E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
16Aquele que oprime ao pobre para proveito próprio e aquele que dá [suborno] ao rico certamente empobrecerão.
15A prosperidade do rico é a sua cidade fortificada; a pobreza dos necessitados é sua perturbação.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
13Não ames ao sono, para que não empobreças; abre teus olhos, e te fartarás de pão.
23Anda vagueando por comida, onde quer que ela esteja. Ele sabe que o dia das trevas está prestes a acontecer.
24Angústia e aflição o assombram, [e] prevalecem contra ele como um rei preparado para a batalha;
22Quem tem pressa para ter riquezas é um homem de olho mau; e ele não sabe que a miséria virá sobre ele.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
7Há [alguns] que fingem ser ricos, mesmo nada tendo; e [outros] que fingem ser pobres, mesmo tendo muitos bens.
6Semeais muito, mas colheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos satisfazeis; vós vos vestis, mas não vos aqueceis; e o assalariado recebe seu salário em bolsa furada.
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
11E gemas em teu fim, quando tua carne e teu corpo estiverem consumidos.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
11A riqueza [ganha] sem esforço será perdida; mas aquele que a obtém pelas próprias mãos terá cada vez mais.
14Tu comerás, mas não te saciarás; e fome haverá no meio de ti; tu pegarás, mas não levarás [contigo] ; e o que levares, eu [o] entregarei à espada.
12Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; porém a fartura do rico não o deixa dormir.
13Há um mal causador de sofrimentos que vi abaixo do sol: as riquezas que seus donos guardam para seu próprio mal.
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
15Assim como ele saiu do ventre de sua mão, nu ele voltará, indo assim como veio; e nada tomará de seu trabalho, para levar em sua mão.
3O homem pobre que oprime aos necessitados é [como] uma chuva devastadora [que causa] falta de pão.
21Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a sonolência os faz vestir trapos.
12Sua força se tornará em fome, e a perdição está pronta ao seu lado.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
22Estando cheio de sua fartura, [ainda] estará angustiado; todo o poder da miséria virá sobre ele.
1Ide agora, [vós] os ricos, chorai pranteando sobre as vossas misérias que [estão] vindo sobre [vós] .
2As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas por traça.
12O homem mal, o homem injusto, anda com uma boca perversa.
21Ruídos de horrores estão em seus ouvidos; até na paz lhe sobrevém o assolador.
14De manhã o homicida se levanta, mata ao pobre e ao necessitado, e de noite ele age como ladrão.
7Por acaso não se levantarão de repente seus credores, e se despertarão os que te fazem tremer? Tu serás despojado por eles.
25Não saiais ao campo, nem andeis pelo caminho; porque a espada do inimigo [e] o terror está ao redor.
29E apalparás ao meio-dia, como apalpa o cego na escuridão, e não serás próspero em teus caminhos: e nunca serás a não ser somente oprimido e roubado todos os dias, e não haverá quem te salve.
14O perversos pegarão a espada e armarão seu arco, para abaterem ao miserável e necessitado, para matarem os corretos no caminho.
15Por isso sua perdição virá repentinamente; subitamente ele será quebrado, e não haverá cura.
27Quando vier vosso temor como tempestade, e a causa de vosso sofrimento como ventania, quando vier sobre vós a opressão e a angústia,
16Pois ele é esperança para o necessitado, e a injustiça tapa sua boca.
17Para que lhes falte o pão e o água, e se espantem uns aos outros, e se consumam em suas maldades.
9Mas os que querem se enriquecer caem em tentação, e [em] armadilha, e [em] muitas loucos e nocivos maus desejos, que afundam os homens em perdição e ruína.
11Portanto, visto que pisoteais ao pobre e tomais dele um carga de trigo; assim edificastes casas de pedras lavradas, mas não habitareis nelas; plantastes belas vinhas, mas não bebereis o vinho delas.
11Então virá sobre ti um mal do qual não saberás a origem, e destruição cairá sobre ti, a qual não poderás solucionar; porque virá sobre ti de repente [tão] tempestuosa assolação, que não poderás reconhecer [com antecedência] .
27Quem dá ao pobre não terá falta; mas o que esconde seus olhos [terá] muitas maldições.
18Pela muita preguiça o teto se deteriora; e pala frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
10Por isso que há laços ao redor de ti, e espanto repentino te perturbou;
4Ouvi isto, vós que tragais os necessitados, e arruinais os pobres da terra,
14Ao tempo da tarde eis que há pavor; [mas] antes que amanheça não há mais: Esta é a parte daqueles que nos despojam, e o futuro reservado para aqueles que nos saqueiam.