Provérbios 5:10
Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
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9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
17Sejam somente para ti, e não para os estranhos contigo.
11Que o credor tome tudo o que ele tem, e estranhos saqueiem seu trabalho.
11E gemas em teu fim, quando tua carne e teu corpo estiverem consumidos.
12Para que não aconteça talvez que comas e te fartes, e edifiques boas casas em que mores,
13E tuas vacas e tuas ovelhas se aumentem, e a prata e o ouro se te multiplique, e tudo o que tiveres se te aumente,
2Nossa herança passou a ser de estrangeiros, nossas casas de forasteiros.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
4Não trabalhes exaustivamente para ser rico; modera-te por meio de tua prudência.
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
5E estrangeiros apascentarão vossos rebanhos, e filhos de outras nações serão vossos lavradores e vossos trabalhadores nas vinhas.
9Ai daquele que obtém [riquezas] para sua casa por meios malignos, para pôr no alto seu ninho, para tentar se livrar do poder da calamidade.
13Há um mal causador de sofrimentos que vi abaixo do sol: as riquezas que seus donos guardam para seu próprio mal.
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
19A somente os quais a terra foi dada, e estranho nenhum passou por meio deles):
11A riqueza [ganha] sem esforço será perdida; mas aquele que a obtém pelas próprias mãos terá cada vez mais.
47E se o peregrino ou estrangeiro que está contigo, adquirisse meios, e teu irmão que está com ele empobrecer, e se vender ao peregrino ou estrangeiro que está contigo, ou à raça da família do estrangeiro;
2Um homem a quem Deus deu riquezas, bens, e honra; e nada lhe falta de tudo quanto sua alma deseja; porém Deus não lhe dá poder para dessas coisas comer; ao invés disso, um estranho as come; isto é algo inútil e um mal causador de sofrimento.
33O fruto de tua terra e todo teu trabalho comerá povo que não conheceste; e nunca serás a não ser somente oprimido e quebrantado todos os dias.
11E casas cheias de todo ainda que tu não encheste, e cisternas cavadas, que tu não cavaste, vinhas e olivais que não plantaste: logo que comeres e te fartares,
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
10Não confieis na opressão, nem no roubo; nem sejais inúteis; quando tiverdes bens, não ponhais [neles vosso] coração.
33E quando o estrangeiro morar contigo em vossa terra, não o oprimireis.
11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
17E digas em teu coração: Meu poder e a força de minha mão me trouxeram esta riqueza.
13Ai daquele que edifica sua casa com injustiça, e seus cômodos sem fazer o que é correto, que usa do serviço de seu próximo de graça, sem lhe dar o pagamento de seu trabalho!
30Tu te casarás com mulher, e outro homem dormirá com ela; edificarás casa, e não habitarás nela; plantarás vinha, e não a vindimarás.
31Teu boi será matado diante de teus olhos, e tu não comerás dele; teu asno será arrebatado de diante de ti, e não se te voltará; tuas ovelhas serão dadas a teus inimigos, e não terás quem te as resgate.
2Porque comerás do trabalho de tuas mãos; tu serás bem-aventurado, e bem lhe [sucederá] .
9E não angustiarás ao estrangeiro: pois vós sabeis como se acha a alma do estrangeiro, já que estrangeiros fostes na terra do Egito.
10E teus celeiros se encherão de fartura; e teus tanques de espremer transbordarão de suco de uvas.
18Pela muita preguiça o teto se deteriora; e pala frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
25Para que não aprendas o caminho dele, e te ponhas numa armadilhas para tua alma.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
2Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
11Portanto, visto que pisoteais ao pobre e tomais dele um carga de trigo; assim edificastes casas de pedras lavradas, mas não habitareis nelas; plantastes belas vinhas, mas não bebereis o vinho delas.
13Acharemos toda espécie de coisas valiosas, encheremos nossas casas de despojos.
27Prepara tua obra de fora, e a deixa pronta no campo; [somente] depois edifica tua casa.
10Não mudes os limites antigos, nem ultrapasses as propriedades dos órfãos;
45Também comprareis dos filhos dos forasteiros que vivem entre vós, e dos que da linhagem deles são nascidos em vossa terra, que estão convosco; os quais tereis por possessão:
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
10Aquele que amar o dinheiro, nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a riqueza, nunca [se fartará] com [seus] bens; isto também é inútil.
11Onde os bens se multiplicam, ali se multiplicam também os que a comem; e que proveito pois tem seus donos, a não ser somente ver [a riqueza] com seus olhos?
19Amareis pois ao estrangeiro: porque estrangeiros fostes vós em terra do Egito.
28Não mudes os limites antigos que teus pais fizeram.
16Não temas quando um homem se enriquece, quando a glória de sua casa se engrandece.
14Não faças injustiça ao empregado pobre e necessitado, tanto de teus irmãos como de teus estrangeiros que estão em tua terra em tuas cidades:
18Restituirá o trabalho e não o engolirá; da riqueza de seu comério não desfrutará.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
21Quando vindimares tua vinha, não coletarás os restos de atrás de ti: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será.