Provérbios 23:10
Não mudes os limites antigos, nem ultrapasses as propriedades dos órfãos;
Não mudes os limites antigos, nem ultrapasses as propriedades dos órfãos;
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27Se não tens como pagar, por que razão tirariam tua cama debaixo de ti?
28Não mudes os limites antigos que teus pais fizeram.
14Não reduzirás o termo de teu próximo, o qual assinalaram os antigos em tua herança, a que possuíres na terra que o SENHOR teu Deus te dá para que a possuas.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
2Há os que mudam os limites de lugar, roubam rebanhos, e os apascentam.
3Levam o asno do órfão; penhoram o boi da viúva.
17Não distorcerás o direito do peregrino e do órfão; nem tomarás por penhor a roupa da viúva:
17Maldito o que reduzir o termo de seu próximo. E dirá todo o povo: Amém.
11Porque o Defensor deles é poderoso; ele disputará a causa deles contra ti.
22A nenhuma viúva nem órfão afligireis.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
19Quando colheres tua plantação em teu campo, e esqueceres algum feixe no campo, não voltarás a tomá-lo: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será; para que te abençoe o SENHOR teu Deus em toda obra de tuas mãos.
20Quando sacudires tuas olivas, não recorrerás os ramos atrás de ti: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será.
21Quando vindimares tua vinha, não coletarás os restos de atrás de ti: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será.
6E não oprimirdes ao estrangeiro que peregrina entre vós, ao órfão, e à viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem seguirdes deuses estrangeiros para vosso mal;
27De fato vós lançaríeis [sortes] sobre o órfão, e venderíeis vosso amigo.
22Ouve a teu pai, que te gerou; e não desprezes a tua mãe, quando ela envelhecer.
23Compra a verdade, e não a vendas; [faze o mesmo com] a sabedoria, a disciplina e a prudência.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
11Deixa teus órfãos, eu os criarei; e em mim confiarão tuas viúvas.
21Se levantei minha mão contra o órfão, quando vi que seria favorecido na corte judicial,
15Filho meu, não sigas teu caminho com eles; desvia teu pé [para longe] de onde eles passarem;
22Não roubes ao pobre, porque ele é pobre; nem oprimas ao aflito junto à porta do julgamento.
23Porque o SENHOR defenderá a causa deles em juízo, e quanto aos que os roubam, ele lhes roubará a alma.
7Desprezaram ao pai e à mãe em ti; trataram ao estrangeiro com opressão no meio de ti; oprimiram ao órfão e à viúva em ti.
10Não oprimais à viúva, nem ao órfão, nem ao estrangeiro, nem ao pobre; e ninguém planeje o mal em seu coração contra seu irmão.
7E agora, filhos, escutai-me; e não vos desvieis das palavras de minha boca.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
14Não entres pela vereda dos perversos, nem andes pelo caminho dos maus.
15Rejeita-o! Não passes por ele; desvia-te dele, e passa longe.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
14Tu estás [o] vendo; porque tu olhas para o trabalho e o cansaço, para o entregar em tuas mãos; em ti o pobre põe confiança; tu és o que ajuda ao órfão.
13Nem devias ter entrado pela porta de meu povo no dia de sua calamidade; não devias ter olhado seu mal no dia de sua calamidade, nem ter roubado seus bens no dia de sua calamidade.
17E se comi meu alimento sozinho, e o órfão não comeu dele
15Por acaso deste atenção para o velho caminho que pisaram os homens injustos?
2Não seguirás aos muitos para mal fazer; nem responderás em litigio inclinando-te à maioria para fazer injustiças;
3nem ao pobre privilegiarás em sua causa.
8Filho meu, ouve a instrução de teu pai; e não abandones a doutrina de tua mãe.
3Assim diz o SENHOR: Fazei juízo e justiça, e livrai a vítima de roubo da mão do opressor, e não oprimais, nem façais violência contra o estrangeiro, o órfão, ou à viúva, nem derrameis sangue inocente neste lugar.
19Maldito o que distorcer o direito do estrangeiro, do órfão, e da viúva. E dirá todo o povo: Amém.
18Para fazer justiça ao órfão e ao afligido; para que o homem não mais continue a praticar o terror.
28Eles se engordaram e ficaram lustrosos, e ultrapassaram os limites das obras do mal; não julgam causa nenhuma, [nem sequer] a causa do órfão; porém fizeram-se prósperos; nem julgam o direito dos necessitados.
10E que seus filhos andem sem rumo, e mendiguem; e busquem [para si longe] de suas ruínas.
10Filho meu, se os pecadores tentarem te convencer, não te deixes influenciar.
10E não coletarás os restos de tua vinha, nem recolherás as uvas caídas de tua vinha; para o pobre e para o estrangeiro os deixarás: Eu sou o SENHOR vosso Deus.
10Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.
3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; defendei o afligido e o pobre.