Provérbios 27:2
Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
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1Não te orgulhes do dia de amanhã; porque não sabes o que o dia trará.
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
7Não é adequado ao tolo falar com elegância; muito menos para o príncipe falar mentiras.
6Não honres a ti mesmo perante o rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;
7Porque é melhor que te digam: Sobe aqui;Do que te rebaixem perante a face do príncipe, a quem teus olhos viram.
8Não sejas apressado para entrar numa disputa; senão, o que farás se no fim teu próximo te envergonhar?
9Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa.
10Para que não te envergonhe aquele que ouvir; pois tua má fama não pode ser desfeita.
28Não sejas testemunha contra teu próximo sem causa; por que enganarias com teus lábios?
32Se agiste como tolo, exaltando-te, e se planejaste o mal, [põe tua] mão sobre a boca;
9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
27Comer muito mel não é bom; assim como buscar muita glória para si.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
17Porém o que se orgulha, se orgulhe no Senhor.
18Porque não é o que louva a si mesmo, mas sim o que louva ao Senhor; esse é o aprovado.
3Na boca do tolo está a vara da arrogância, porém os lábios dos sábios os protegem.
12As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
3A pedra é pesada, e a areia tem [seu] peso; mas a provocação do tolo é mais pesada do que estas ambas.
2Não te precipites com tua boca, nem te apresse com teu coração, a pronunciar palavra alguma perante a face de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; por isso tuas palavras sejam poucas.
6Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
5Não creiais em amigo, nem confieis em príncipe; guardas as portas de tua boca daquela que dorme ao teu lado.
3Não faleis tantas coisas soberbas; Cessem as palavras arrogantes de vossa boca; Porque o Deus de todo conhecimento é o SENHOR, E a ele cabe pesar as ações.
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
5Não confieis em vosso poder, nem faleis com arrogância.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
3Que o SENHOR corte a todos os lábios que falam falsos elogios, [e toda] língua que fala grandes [mentiras] .
23A arrogância do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
21Além disso, não dês atenção a todas as palavras que forem ditas, para que não venhas a ouvir que teu servo te amaldiçoa;
22Pois teu coração sabe que também tu já amaldiçoaste a outros.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
2Para que guardes o bom-senso; e teus lábios conservem o conhecimento.
23Assim diz o SENHOR: Não se orgulhe o sábio em sua sabedoria, nem o valente se orgulhe em sua valentia, nem o rico se orgulhe em suas riquezas.
6Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda, e sejas mostrado como mentiroso.
4Cada um, porém, examine a sua própria obra, e então terá orgulho em si mesmo sozinho, e não em outro;
4Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
1Melhor é o pobre que anda em sua honestidade do que o perverso de lábios e tolo.
23O homem prudente é discreto em conhecimento; mas o coração dos tolos proclama a loucura.
14[Como] nuvens e ventos que não trazem chuva, [assim] é o homem que se orgulha de falsos presentes.
3Por acaso tuas palavras tolas faria as pessoas se calarem? E zombarias tu, e ninguém te envergonharia?
10Não difames do servo ao seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e fiques culpado.
21Não farei eu acepção de pessoas, nem usarei de títulos lisonjeiros para com o homem.
6Não permitas a tua boca, que faça a tua carne pecar; nem digas perante a face do mensageiro, que foi um erro; porque [farias] irar a Deus tanto com tua voz, [a ponto] dele destruir a obra de tuas mãos?
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
23Aquele que repreende ao homem obterá mais favor depois do que aquele que lisonjeia com a língua.