Miquéias 7:5
Não creiais em amigo, nem confieis em príncipe; guardas as portas de tua boca daquela que dorme ao teu lado.
Não creiais em amigo, nem confieis em príncipe; guardas as portas de tua boca daquela que dorme ao teu lado.
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6Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem são os de sua própria casa.
4Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; E à prudência chama de parente.
5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, [que] lisonjeia com suas palavras.
4Guardai-vos cada um de seu amigo, nem em irmão algum tende confiança: porque todo irmão só faz enganar, e todo amigo anda com falsidades.
5E cada um engana a seu amigo, e não falam a verdade; ensinaram sua língua a falar mentira, e agem perversamente até se cansarem.
10Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.
7E agora, filhos, escutai-me; e não vos desvieis das palavras de minha boca.
8Mantenha teu caminho longe dela; e não te aproximes da porta da casa dela.
9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
24Para te protegerem da mulher má, das lisonjas da língua da estranha.
25Não cobices a formosura dela em teu coração; nem te prenda em seus olhos.
8Eis que vós os confiais em palavras falsas, que não têm proveito algum.
6Porque até teus irmãos e a casa de teu pai passaram a agir traiçoeiramente contra ti, até eles gritaram atrás de ti. Não creias neles, quando te falarem coisas boas.
6Quando te incitar teu irmão, filho de tua mãe, ou teu filho, ou tua filha, ou a mulher de teu seio, ou teu amigo que seja como tua alma, dizendo em secreto: Vamos e sirvamos a deuses alheios, que nem tu nem teus pais conhecestes,
4O melhor dentre eles é como o espinho; o mais justo é como o espinheiro. O dia de teus vigilantes, teu castigo, vem; agora será sua confusão.
6Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
20E por que tu, filho meu, andarias perdido pela estranha, e abraçarias o peito da [mulher] alheia?
25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
2Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
4Não confieis em palavras falsas, que dizem: Templo do SENHOR! Templo do SENHOR! Este é o templo do SENHOR!
19Confiar num infiel no tempo de angústia é [como] um dente quebrado ou um pé sem firmeza.
1Filho meu, se ficaste fiador por teu próximo, [se] deste tua garantia ao estranho;
2[Se] tu foste capturado pelas palavras de tua [própria] boca, e te prendeste pelas palavras de tua boca,
3Então faze isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos de teu próximo; vai, humilha-te, e insiste exaustivamente ao teu próximo.
2Para que guardes o bom-senso; e teus lábios conservem o conhecimento.
3Porque os lábios da mulher pervertida gotejam mel; e sua boca é mais suave que o azeite.
16- Para te livrar da mulher estranha, e da pervertida, [que] lisonjeia com suas palavras;
17Que abandona o guia de sua juventude, e se esquece do pacto de seu Deus.
14A boca da mulher pervertida é uma cova profunda; aquele contra quem o SENHOR se irar cairá nela.
15Filho meu, não sigas teu caminho com eles; desvia teu pé [para longe] de onde eles passarem;
16Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.
9Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa.
19A falsa testemunha, que sopra mentiras; e o que semeia brigas entre irmãos.
25Para que não aprendas o caminho dele, e te ponhas numa armadilhas para tua alma.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
33Teus olhos verão [coisas] estranhas, e teu coração falará perversidades;
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
6Não a abandones, e ela te guardará; ama-a, e ela te conservará.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
5Confia no SENHOR com todo o teu coração; e não te apoies em teu [próprio] entendimento.
9Porque não há verdade na boca deles; seu interior são meras destruições; a garganta deles é uma sepultura aberta; com suas línguas elogiam falsamente.
29Não planejes o mal contra teu próximo, pois ele mora tendo confiança em ti.
5Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e põe sua confiança na força humana, ) e seu coração se afasta do SENHOR;
27Por acaso pode alguém botar fogo em seu peito, sem que suas roupas se queimem?
28Não sejas testemunha contra teu próximo sem causa; por que enganarias com teus lábios?
3Não dês tua força às mulheres, nem teus caminhos para [coisas] que destroem reis.
7Todos os teus aliados te moveram até as fronteiras; os que têm acordo de paz contigo te enganaram, prevaleceram contra ti; [os que comem] do teu pão porão armadilha para ti, (nele não há entendimento).
17Sejam somente para ti, e não para os estranhos contigo.
3Não ponhas tua confiança em príncipes; em filhos de homens, em quem não há salvação.